Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: José Edvaldo Rocha Rotondano

O presidente do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, visitou sexta-feira (7), a cidade de Santo Estevão Antonio Cardoso. Foi assinar convenio junto a Prefeituras Municipais para viabilizar a estrutura para que os municípios realize o cadastramento biométrico eleitoral. Minutos antes da solenidade que ocorreu na Câmara Municipal de Antonio Cardoso, o magistrado conversou um pouco com a imprensa presente, puxado pelo site Bahia na Política:

Bahia na Política: Presidente inicialmente, saber do senhor o que lhe traz aqui a cidade de Antônio Cardoso?

Presidente do TRE: Hoje um convênio, um termo de parceria técnica de cooperação técnica a ser assinado entre a prefeitura de Antônio Cardoso e o Tribunal Regional Eleitoral para viabilizar, para incrementar e para alcançar o objetivo do município, do TRE, aliás, que é biometrizar todo eleitorado de Antônio Cardoso e para isso nós contamos com o apoio da prefeitura no sentido de auxiliar o TRE com o pessoal de apoio com espaço e com imóveis dentre outras coisas.

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Enviado por Jair Onofre - 05.11.2012 06:03h
Hosannah Leite*

SERÁ O FIM DA HISTÓRIA!?

 
Foto: Hosannah Leite – Economista, Professor Universitário e Homem Público

Foto: Hosannah Leite – Economista, Professor Universitário e Homem Público

Com o esfacelamento do sistema socialista mundial, o filósofo e economista Francis Fukuyama, afirmou em publicações e fóruns diversos, que as derrotas do fascismo e socialismo em escala mundial, teriam estabelecido o fim da história, pelo fato dos EUA reinarem absolutos no controle do mundo, universalizando o sistema capitalista, com o domínio da “democracia ocidental” sobre as demais ideologias.

Os eventos que ocorrem neste início do século XXI, com as implantações de guerras localizadas, difundem a retórica da necessidade da democracia nos moldes capitalista, para encobrir interesses econômicos e políticos, especialmente do domínio de fontes energéticas.   O alastramento dos conflitos no Oriente Médio confirma este direcionamento de dominação de fontes supridoras de petróleo, produto base do mecanismo de produção dos Estados Unidos e da União Européia.   Apesar dente poder, na Europa vivencia-se momentos históricos de fortes comoções político-econômicos, contestando as aplicações das medidas neoliberais, cujo peso recai sobre os ombros da população, na busca de solução para a crise econômica mundial que se alastra desde 2008,com suas origens no sistema financeiro. Contudo, o mundo capitalista traz em suas entranhas profundas contradições, que estabelecem polaridades expressivas e grandiosas que se deve considerar e analisar, especialmente em se tratando do mecanismo de acumulação de riquezas e da relação entre ricos e pobres. Vejamos:...

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Enviado por Jair Onofre - 22.09.2012 08:25h
Hosannah Leite*

A ECONOMIA, A POLÍTICA, A GUERRA E A “BARBA DE MOLHO”

 
Foto: Colunista Hosannah Leite

Foto: Colunista Hosannah Leite

A história sempre foi marcada por exemplos que trazem entrelaçados os interesses dominadores da política, da guerra e da economia. Se analisarmos os históricos mundos helênico e romano, as civilizações persas e orientais, além do velho mundo europeu, haveremos de constatar que esta realidade rasga os tempos históricos e continua a espraiar-se no presente, onde estão absolutamente entrelaçados os interesses econômicos e as ações políticas e, com elas, as guerras.

O general prussiano Carl von Clausewitz. já afirmara que “a guerra é a continuação da política por outros meios”, corroborado por muitos outros pensadores. Se para Marx, a base econômica é quem define a superestrutura da sociedade, e nesta se encontra contida a política, a ideologia e as formas jurídicas do Estado, e que se interagem mutuamente, podemos inferir que a guerra faz parte dessa superestrutura como forma violenta de domínio político. Mas, quais os interesses que na atualidade levam às constantes ações militares no mundo através dos países capitalistas desenvolvidos, liderados pelos EUA? Seria tão somente o fincar dos seus elementos dominadores políticos e ideológicos? A propagação da Liberdade e da Democracia?   No passado, especialmente quando da formação do mundo colonial, a dominação era direta e presencial, exercida pelas grandes potências européias. Hoje assistimos, com o esfacelamento do sistema colonial, um domínio perverso neocolonial que se esconde por traz d...

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Enviado por Jair Onofre - 29.08.2012 12:00h
Economia

OS REFLEXOS SOCIAIS DAS ATITUDES ECONÔMICAS

 
Hosannah Leite

Hosannah Leite

 

Hosannah Leite*

É de grande importância, e de extrema necessidade, que os gestores públicos, em todas as esferas federativas, busquem acautelamentos e barreiras no sentido da preservação da nossa economia, diante do quadro da profunda e extensa crise do capitalismo mundial, iniciada nos EEUU em 2008 e que se alastrou por todo o mundo, especialmente para a União Européia, com perspectivas de aprofundamento e dias nebulosos para o futuro do mundo.

A aplicação desenfreada de medidas lastreadas no neoliberalismo, com base no Consenso de Washington, desencadeou um processo acelerado de empobrecimento mundial dos segmentos mais necessitados da população, possibilitando, mais uma vez, a concentração de rendas nas mãos dos grandes monopólios e oligopólios que, sem pátria e sem coração, exaurem as riquezas nacionais e os trabalhadores, sem limites de fronteiras geográficas, canalizando seus elevados lucros para o enriquecimento de poucos em detrimento da imensa maioria dos povos.

Aquecer-se o mercado interno, no sentido de proteger a economia brasileira, é uma medida que é respaldada por todos que se preocupam com a minimização dos efeitos da crise econômica internacional. As atitudes adotadas pelo governo federal tentam estimular a economia e resguardá-la dos efeitos perversos do sistema capitalista e de suas cíclicas crises.

Entretanto, os estímulos dados a determinados segmentos da economia causam efeitos colaterais cujas projeções para o futuro são extremamentes dano...

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Enviado por Jair Onofre - 16.08.2012 11:59h
Economia

O domínio do capital financeiro

 

 

Hosannah Leite (*)

 

Costuma-se dividir a história do capitalismo em três fases: Comercial, Industrial e Financeira. A primeira, a partir do século XV até o XVIII. A Industrial a partir da Revolução na Inglaterra (sec. XVIII), levando ao surgimento do núcleo central multiplicador da produção e da extração da mais valia dos trabalhadores. A terceira e atual fase é a do domínio do capital financeiro (fins do séc. XIX e XX), onde os recursos paralelos ao processo produtivo financiam e alavancam a acumulação do capital a patamares nunca antes verificados. Sobre esta etapa é que faremos algumas considerações.

A dinâmica da acumulação do capital leva ao surgimento de grandes conglomerados monopolistas e oligopolistas e, concomitantemente, à interligação do capital industrial e do capital bancário, levando este último ao predomínio no sistema capitalista mundial.

Com a expansão das grandes empresas para além fronteiras, a mundialização das relações capitalistas é denominada globalização, que vivenciamos presentemente sob a égide das políticas neoliberais, onde o individualismo predomina sobre os interesses sociais e coletivos. É o novo estágio em que a mais valia é extraída intensamente num país e realizada em mercados internacionais.

Agora a área financeira sobrepõe-se à produção, num processo de dominação e explora&c...

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Enviado por Jair Onofre - 23.07.2012 11:21h
Economia

GLOBALIZAÇÃO X COMUNISMO

 

 

                                                                                                                                                                           Hosannah Leite*

Vivemos tempos onde a questão econômica e suas relações internacionais são colocadas como prioritárias no mundo capitalista, em detrimento dos posicionamentos ideológicos. É o que vemos ao analisar o quadro presente das relações capitalistas em profunda crise econômica e social.

Nunca a China chamou tanta a atenção dos analistas econômicos mundiais como presentemente. Quaisquer que sejam as variações no crescimento econômico daquele país, as manifestações de preocupação e medo afloram no mundo do capital.

Recentemente, com o anúncio de um índice estatístico referente ao crescimento da economia chinesa, em torno de 7,6% no 2º trimestre, deixou preocupado o global mercado capitalista, apesar das autoridades chinesas terem programado uma “desaceleração” no crescimento do PIB para 2012, para ficar em patamares inferiores ao de 2011 que foi de 9,2% e, em 2010, de 10,4%.

Hoje a China comun...

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Enviado por Jair Onofre - 02.04.2012 10:54h
Por Carlos Chagas

AS MAIORES MENTIRAS NACIONAIS

 
Foto: Jornalista Carlos Chagas

Foto: Jornalista Carlos Chagas

 De passagem por   Brasília  o ministro aposentado   do Superior Tribunal Militar, Flávio Flores da Cunha Bierrenback,  utilizou as horas de ócio jurídico para desenvolver  uma prática que, salvo engano, anda cada vez mais rara na capital federal: pensar. Como simples cidadão, meditar sobre os rumos do país neste  início de Século XXI.                                                Ex-deputado pelo velho MDB de São Paulo,  ele  foi flagrado um dia desses elaborando a lista das  maiores mentiras que circulam como verdades absolutas em todo o território nacional.  Não foi possível conhecer todas,  primeiro pela cautela de Bierremback em tornar públicos pensamento íntimos. Depois,  porque  a relação parece infinita, valendo  analisar mais a fundo alguns aspectos da arte de enganar a sociedade, praticada pelas elites.                                                A primeira mentira é chocante. Sustenta que "a Previdência Social está falida". Não é verdade,  rabisca o ministro em seus alfarrábios. Os recursos da Previdência Social, se não fossem...

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Enviado por Jair Onofre - 26.08.2011 06:37h
Cobertura legislativa

Alívio para o Legislativo feirense

 

 Era unanimidade entre os vereadores que conversam quarta-feira pela manhã, em uma roda na Casa da Cidadania, que a vinda das TVs Itapoan (Record) e Aratu (SBT) para Feira de Santana poderá dar uma maior visibilidade da Câmara Municipal de Feira de Santana junto à comunidade. É que existe uma vontade da TV Subaé (Globo) de cobrir as ações do Legislativo feirense. Pelo menos é o que dizem os vereadores.
 

 
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Enviado por Jair Onofre - 22.08.2011 14:13h
Economia

Aplicação do orçamento brasileiro

 

Poucos são os brasileiros  que acompanham o  orçamento do país, ou melhor, poucos sabem o que é um orçamento, pra que serve e porque é importante  conhecer e acompanhar os orçamentos dos governos nas três áreas: municipal, estadual e federal.

O Orçamento da União, dos Estados e dos Municípios são peças fundamentais na Administração Pública. Através dele o Poder Público define as fontes de receitas ( entradas de recursos) e despesas  ( saída de recursos) com manutenção, custeio e investimentos. O orçamento estabelece  regras de receitas e despesas  para todos os setores  dos governos e do Poder Público criando parâmetros  e impedindo que se gaste mais do que o arrecadado, o que levaria o país à inflação e ao caos econômico, tão conhecidos dos brasileiros nos anos da ditadura após o Milagre Brasileiro.

Duas leis importantes  mostram os caminhos e os limites do orçamento público. A primeira, a LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias – determina os caminhos e as metas que o governo pretende  seguir para a elaboração do orçamento. Com base na LDO, todos os órgãos do governo e do poder têm uma bússola  para projetar suas  despesas  de custeio e investimentos fornecendo ao Poder Central suas necessidades de recursos para o período, cabendo a esse,  o direito de aceitar e determinar cortes o...

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