Bahia na Política por Jair Onofre
 
 

 
 
 

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Parcial
 
 

Entrevista: Vereador Reinaldo Miranda

“As Câmaras precisam estar mais perto da comunidade”

Vereador de terceiro mandato em Feira de Santana, Reinaldo Miranda (PHS), conhecido também como Ronny, é presidente pela segunda vez da Câmara Municipal de Feira de Santana, com mandato até 2018. Em uma manhã de sexta-feira (10), a base de um café expresso, nos concedeu essa entrevista, onde fala da Câmara Municipal, de sua relação com os colegas e com o prefeito José Ronaldo, e seu projeto para 2018 de ser candidato a deputado federal. Ronny, nasceu em Salvador, é católico, está com 41 anos, e tem a fé como superstição. O seu sonho é ver o crescimento de Feira de Santana como tem visto junto com seus filhos. Ronny afirma que não possui um adversário sequer e que seu melhor amigo é o seu pai.

Jair Onofre - Vereador Ronny, qual a sua votação em cada uma das três eleições? Ronny - Olha, no primeiro mandato foram 3.879, no segundo 7.297, e no terceiro 8.213 votos.

Jair Onofre: Começou o período legislativo. Como o senhor vai lidar com mais da metade de vereadores novos, quando nada de uma legislatura para outra. Como será a sua relação com os seus colegas?

Ronny: Primeiro, nós temos uma relação muito boa com todos os colegas vereadores que Deus permitiu a nossa eleição com a deles. Os novos vereadores são pessoas que já têm uma convivência, uma certa experiência na vida pública, não tendo o mandato adquirido agora, mas que já vivenciam a vida pública há muitos anos, seguindo políticos e lideranças políticas, e evidentemente, a gente terá uma grande facilidade por já ter um grau de amizade e de relacionamento com essas pessoas.

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Enviado por Jair Onofre - 05.11.2012 06:03h
Hosannah Leite*

SERÁ O FIM DA HISTÓRIA!?

 
Foto: Hosannah Leite – Economista, Professor Universitário e Homem Público

Foto: Hosannah Leite – Economista, Professor Universitário e Homem Público

Com o esfacelamento do sistema socialista mundial, o filósofo e economista Francis Fukuyama, afirmou em publicações e fóruns diversos, que as derrotas do fascismo e socialismo em escala mundial, teriam estabelecido o fim da história, pelo fato dos EUA reinarem absolutos no controle do mundo, universalizando o sistema capitalista, com o domínio da “democracia ocidental” sobre as demais ideologias.

Os eventos que ocorrem neste início do século XXI, com as implantações de guerras localizadas, difundem a retórica da necessidade da democracia nos moldes capitalista, para encobrir interesses econômicos e políticos, especialmente do domínio de fontes energéticas.   O alastramento dos conflitos no Oriente Médio confirma este direcionamento de dominação de fontes supridoras de petróleo, produto base do mecanismo de produção dos Estados Unidos e da União Européia.   Apesar dente poder, na Europa vivencia-se momentos históricos de fortes comoções político-econômicos, contestando as aplicações das medidas neoliberais, cujo peso recai sobre os ombros da população, na busca de solução para a crise econômica mundial que se alastra desde 2008,com suas origens no sistema financeiro. Contudo, o mundo ...

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Enviado por Jair Onofre - 22.09.2012 08:25h
Hosannah Leite*

A ECONOMIA, A POLÍTICA, A GUERRA E A “BARBA DE MOLHO”

 
Foto: Colunista Hosannah Leite

Foto: Colunista Hosannah Leite

A história sempre foi marcada por exemplos que trazem entrelaçados os interesses dominadores da política, da guerra e da economia. Se analisarmos os históricos mundos helênico e romano, as civilizações persas e orientais, além do velho mundo europeu, haveremos de constatar que esta realidade rasga os tempos históricos e continua a espraiar-se no presente, onde estão absolutamente entrelaçados os interesses econômicos e as ações políticas e, com elas, as guerras.

O general prussiano Carl von Clausewitz. já afirmara que “a guerra é a continuação da política por outros meios”, corroborado por muitos outros pensadores. Se para Marx, a base econômica é quem define a superestrutura da sociedade, e nesta se encontra contida a política, a ideologia e as formas jurídicas do Estado, e que se interagem mutuamente, podemos inferir que a guerra faz parte dessa superestrutura como forma violenta de domínio político. Mas, quais os interesses que na atualidade levam às constantes ações militares no mundo através dos países capitalistas desenvolvidos, liderados pelos EUA? Seria tão somente o fincar dos seus elementos dominadores políticos e ideológicos? A propagação da Liberdade e da Democracia?   No passa...

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Enviado por Jair Onofre - 29.08.2012 12:00h
Economia

OS REFLEXOS SOCIAIS DAS ATITUDES ECONÔMICAS

 
Hosannah Leite

Hosannah Leite

 

Hosannah Leite*

É de grande importância, e de extrema necessidade, que os gestores públicos, em todas as esferas federativas, busquem acautelamentos e barreiras no sentido da preservação da nossa economia, diante do quadro da profunda e extensa crise do capitalismo mundial, iniciada nos EEUU em 2008 e que se alastrou por todo o mundo, especialmente para a União Européia, com perspectivas de aprofundamento e dias nebulosos para o futuro do mundo.

A aplicação desenfreada de medidas lastreadas no neoliberalismo, com base no Consenso de Washington, desencadeou um processo acelerado de empobrecimento mundial dos segmentos mais necessitados da população, possibilitando, mais uma vez, a concentração de rendas nas mãos dos grandes monopólios e oligopólios que, sem pátria e sem coração, exaurem as riquezas nacionais e os trabalhadores, sem limites de fronteiras geográficas, canalizando seus elevados lucros para o enriquecimento de poucos em detrimento da imensa maioria dos povos.

Aquecer-se o mercado interno, no sentido de proteger a economia brasileira, é uma medida que é respaldada por todos que se preocupam com a minimização dos efeitos da crise econômica internacional. As atitudes adotadas pelo governo federal tentam estimul...

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Enviado por Jair Onofre - 16.08.2012 11:59h
Economia

O domínio do capital financeiro

 

 

Hosannah Leite (*)

 

Costuma-se dividir a história do capitalismo em três fases: Comercial, Industrial e Financeira. A primeira, a partir do século XV até o XVIII. A Industrial a partir da Revolução na Inglaterra (sec. XVIII), levando ao surgimento do núcleo central multiplicador da produção e da extração da mais valia dos trabalhadores. A terceira e atual fase é a do domínio do capital financeiro (fins do séc. XIX e XX), onde os recursos paralelos ao processo produtivo financiam e alavancam a acumulação do capital a patamares nunca antes verificados. Sobre esta etapa é que faremos algumas considerações.

A dinâmica da acumulação do capital leva ao surgimento de grandes conglomerados monopolistas e oligopolistas e, concomitantemente, à interligação do capital industrial e do capital bancário, levando este último ao predomínio no sistema capitalista mundial.

Com a expansão das grandes empresas para além fronteiras, a mundialização das relações capitalistas é denominada globalização, que vivenciamos presentemente sob a égide das políticas neoliberais, onde o individualismo predomina sobre os interesses sociais e c...

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Enviado por Jair Onofre - 23.07.2012 11:21h
Economia

GLOBALIZAÇÃO X COMUNISMO

 

 

                                                                                                                                                                           Hosannah Leite*

Vivemos tempos onde a questão econômica e suas relações internacionais são colocadas como prioritárias no mundo capitalista, em detrimento dos posicionamentos ideológicos. É o que vemos ao analisar o quadro presente das relações capitalistas em profunda crise econômica e social.

Nunca a China chamou tanta a atenção dos analistas econômicos mundiais como presentemente. Quaisquer que sejam as variações no crescimento econômico daquele país, as manifestações de preocupação e medo afloram no mundo do capital.

Recentemente, com o anúncio de um índice estatístico referente ao crescimento da economia chinesa, em torno de 7,6% no 2º ...

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Enviado por Jair Onofre - 02.04.2012 10:54h
Por Carlos Chagas

AS MAIORES MENTIRAS NACIONAIS

 
Foto: Jornalista Carlos Chagas

Foto: Jornalista Carlos Chagas

 De passagem por   Brasília  o ministro aposentado   do Superior Tribunal Militar, Flávio Flores da Cunha Bierrenback,  utilizou as horas de ócio jurídico para desenvolver  uma prática que, salvo engano, anda cada vez mais rara na capital federal: pensar. Como simples cidadão, meditar sobre os rumos do país neste  início de Século XXI.                                                Ex-deputado pelo velho MDB de São Paulo,  ele  foi flagrado um dia desses elaborando a lista das  maiores mentiras que circulam como verdades absolutas em todo o território nacional.  Não foi possível conhecer todas,  primeiro pela cautela de Bierremback em tornar públicos pensamento íntimos. Depois,  porque  a relação parece infinita, valendo  analisar mais a fundo alguns aspectos da arte de enganar a sociedade, praticada pelas elites.                                       &n...

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Enviado por Jair Onofre - 26.08.2011 06:37h
Cobertura legislativa

Alívio para o Legislativo feirense

 

 Era unanimidade entre os vereadores que conversam quarta-feira pela manhã, em uma roda na Casa da Cidadania, que a vinda das TVs Itapoan (Record) e Aratu (SBT) para Feira de Santana poderá dar uma maior visibilidade da Câmara Municipal de Feira de Santana junto à comunidade. É que existe uma vontade da TV Subaé (Globo) de cobrir as ações do Legislativo feirense. Pelo menos é o que dizem os vereadores.
 

 
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Enviado por Jair Onofre - 22.08.2011 14:13h
Economia

Aplicação do orçamento brasileiro

 

Poucos são os brasileiros  que acompanham o  orçamento do país, ou melhor, poucos sabem o que é um orçamento, pra que serve e porque é importante  conhecer e acompanhar os orçamentos dos governos nas três áreas: municipal, estadual e federal.

O Orçamento da União, dos Estados e dos Municípios são peças fundamentais na Administração Pública. Através dele o Poder Público define as fontes de receitas ( entradas de recursos) e despesas  ( saída de recursos) com manutenção, custeio e investimentos. O orçamento estabelece  regras de receitas e despesas  para todos os setores  dos governos e do Poder Público criando parâmetros  e impedindo que se gaste mais do que o arrecadado, o que levaria o país à inflação e ao caos econômico, tão conhecidos dos brasileiros nos anos da ditadura após o Milagre Brasileiro.

Duas leis importantes  mostram os caminhos e os limites do orçamento público. A primeira, a LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias – determina os caminhos e as metas que o governo pretende  seguir para a elaboração do orçamento. Com base na LDO,...

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