Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 07.04.2021 09:30h
Covid-19

Mortalidade de pacientes de Covid-19 com até 45 anos sobe 193%, aponta pesquisa

 

Uma pesquisa da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) mostra que a taxa de mortalidade de pacientes com até 45 anos que contraíram Covid-19 aumentou 193%, quando os meses de setembro, outubro e novembro de 2020 são comparados com fevereiro e março de 2021. (Foto ilustração)

A taxa de óbitos salta de 13,1% no primeiro período para 38,5% no segundo, de acordo com o estudo “Projeto UTIs Brasileiras”.

A pesquisa mostra que a mortalidade hospitalar está em crescimento. Passou de 32% no trimestre formado por setembro, outubro e novembro de 2020 para 38% em dezembro, janeiro e fevereiro deste ano.

No caso dos pacientes que dependem de um respirador, a taxa sobe de 65,6% para 72,8% dentro do mesmo período.

Na análise regional, o Norte enfrenta a pior situação do país com 62,4% de mortalidade geral e 80,1% na ventilação mecânica. O Sudeste apresenta os indicadores mais baixos: 33,2% e 70,9%, respectivamente.

A piora dos indicadores é, de acordo com pesquisador Ederlon Rezende, coordenador do levantamento, fruto do agravamento das condições de operação do sistema de saúde.

“Esse é o pior momento para ficar doente. Quem adoecer agora terá dificuldades para ser atendido, pode ter o azar de precisar aguardar a disponibilidade de um leito de terapia intensiva, em um CTI operando acima da capacidade, faltando insumos e etc. Isso tudo se reflete no aumento das taxas de mortalidade de todos os lugares e todas as idades”, avalia o médico.

Mesmo entre os mais jovens, a situação de todo o país é preocupante. Em setembro, outubro e novembro de 2020, 43,2% dos pacientes entre 18 e 44 anos que dependiam de ventilação mecânica morreram. Já em dezembro, janeiro e fevereiro deste ano, o índice subiu para 51,1%.

O estudo leva em conta um universo amostral com 20,8 mil leitos públicos e privados da rede UTIs Brasileiras.

Curiosamente, neste período, o perfil de internação dos pacientes dessa faixa etária não mudou tanto: passou de 18% para 20%. Já o de internados maiores de 80 anos caiu de 13,4% para 9,7%. Esse é o único dado comemorado pela pesquisa, como explica Rezende:

“Isso representa uma queda de 27,6% nas admissões de pacientes com esse perfil. Já é reflexo do avanço da campanha de vacinação dos idosos, certamente. Esse é um grupo que temos que nos esforçar para evitar que precise de terapia intensiva, porque são muito frágeis e, quando chegam, já estão em situação grave”, explica o médico, membro do comitê consultivo da AMIB.

Rezende destaca que a proporção de internações de pacientes mais jovens não aumentou tanto em relação ao número de casos – esse número que disparou e foi responsável pela maior procura por leitos.

“Dados da Fiocruz apontam que o contágio nesse público cresceu de forma extraordinária, atingindo até 500%. No geral, eles respondem bem, mas há também um aumento do número de pacientes que chegam ao estágio grave, dependendo de mais oxigênio, diálise e até do uso de pulmões artificiais. Quando se falava em grupos de risco para a doença, esse grupo ficou muito confiante, acreditou que estava imune, ou que apresentaria apenas sintomas leves, mas não é o que acontece”, conclui. (CNN) 

 
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