Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 30.06.2021 05:53h
Tesouro Nacional

Tesouro capta US$ 2,25 bi no exterior com juros mais altos

 

O Tesouro Nacional captou US$ 2,25 bilhões de investidores internacionais com aumento de juros em relação às últimas emissões. O dinheiro veio do lançamento, feito ontem (29), de US$ 1,5 bilhão em títulos da dívida externa com vencimento em setembro de 2031 e de US$ 750 milhões em títulos da dívida externa com vencimento em janeiro de 2050. (Foto ilustração)

A taxa obtida na emissão dos papéis de dez anos, com vencimento em 2031, somou 3,875% ao ano. No último lançamento desse tipo de papel, em dezembro do ano passado, o rendimento havia sido 3,45% ao ano.

Para os papéis de 30 anos, a taxa somou 4,925% ao ano. Na emissão mais recente, também em dezembro, os juros alcançados haviam somado 4,5% ao ano.

Os juros mais altos decorreram principalmente da alta recente nos títulos do Tesouro norte-americano, que subiram em 2021 à medida que a economia dos Estados Unidos se recupera da pandemia de covid-19. Como a taxa final depende do rendimento dos títulos norte-americanos, considerados os investimentos mais seguros do mundo, mais um prêmio de risco, os juros para os papéis brasileiros também subiram.

Taxas baixas de juros indicam pouca desconfiança dos investidores de que o Brasil não conseguirá pagar a dívida. Em momentos de crise econômica como o atual, os estrangeiros passaram a cobrar juros mais elevados para comprar os papéis brasileiros.

Por meio do lançamento de títulos da dívida externa, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores internacionais com o compromisso de devolver os recursos com juros. Isso significa que o Brasil devolverá o dinheiro daqui a vários anos com a correção dos juros acordada, de 3,875% ao ano para os papéis que vencem daqui a dez anos, e de 4,925% ao ano para os papéis que vencem daqui a 30 anos. (ABr)

 
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