Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 30.06.2021 08:48h
Política

Amapá: TRE cassa mandato de deputado por compra de votos durante campanha eleitoral

 
Foto Reprodução - Facebook

O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) cassou o mandato do deputado estadual Max da AABB (Solidariedade) por compra de votos em Macapá e Santana durante eleições de 2018. O julgamento ocorreu em sessão virtual realizada nesta terça-feira (29). A sentença cabe recurso.

A defesa do deputado negou a prática do crime eleitoral e declarou que vai recorrer da decisão.

A ação com pedido de cassação do deputado estadual foi protocolada em 2018 pelo Ministério Público (MP) Eleitoral. No texto do documento, consta que Max da AABB comprou votos e prometeu em troca o repasse de dinheiro, remédios e materiais de construção.

Segundo o MP Eleitoral, o esquema foi descoberto um dia antes da eleição daquele ano, durante uma blitz de fiscalização. O órgão afirma ainda, que em parceria com a Polícia Militar (PM), encontrou num veículo material de campanha do deputado, listas de eleitores e números de títulos, além de anotações com valores e produtos que deveriam ser entregues.

Ao site, o advogado do deputado, Marlos Gonçalves, alegou que houve falhas no procedimento adotado durante a investigação do MP Eleitoral.

"O procedimento tem algumas falhas no início e na sua conclusão, inclusive a principal testemunha que deveria ser ouvida não foi ouvida no processo. A forma como foi adotado o procedimento não caracteriza a compra de votos como levantado", afirmou.

Ao ser questionado sobre o dia em que houve a blitz descrita pelo MP, Gonçalves enfatizou que as anotações de ambas as pessoas citadas como cabos eleitorais não tinham ligação com o deputado Max.

"Haviam algumas anotações pessoais que é a principal testemunha do MP, que seriam anotações de cunho pessoal e estavam na agenda dele com conteúdo eleitoral. A moça que estava com ele no carro tinha algumas anotações porque ela trabalhava com outro candidato que não foi eleito, e não faz parte da nossa equipe, então a gente nega a compra de votos", disse o advogado.

A defesa informou que irá recorrer da decisão após a publicação do acórdão e em seguida, entrará com recurso junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com pedido liminar de manutenção do deputado estadual no exercício do cargo. (G1 - Foto Reprodução/Facebook)

 
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