Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 30.06.2021 10:30h
Mercado de Trabalho

Desemprego cresce em abril e atinge maior nível em 11 anos

 

Após fechar o primeiro trimestre em 14,7%, o desemprego aumentou 0,4 ponto percentual e fechou o trimestre encerrado em abril no mesmo patamar. O percentual equivale a 14,8 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (30), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). (Foto ilustração)

Com o resultado, o nível de desemprego renova a maior taxa de desocupação da série histórica da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), que começou a ser divulgada em 2012. No recorde anterior, registrado no trimestre encerrado em março, eram 14,7 milhões desempregados.

No período entre fevereiro e abril, o número de desempregados variou 3,4%, com mais 489 mil pessoas desocupadas. “O cenário foi de estabilidade da população ocupada (85,9 milhões) e crescimento da população desocupada, com mais pressão sobre o mercado de trabalho”, aponta a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.

De acordo com os dados da Pnad, o nível de ocupação (48,5%) da população brasileira continua abaixo de 50% desde o trimestre encerrado em maio do ano passado, quando o mercado de trabalho já sofria com os efeitos da pandemia do novo coronavírus. O percentual indica que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no Brasil.

Na comparação com o trimestre fechado em abril do ano passado, quando foram observados os primeiros efeitos da pandemia, o mercado de trabalho ainda registra saltos na taxa de ocupação. "Ainda registramos perdas importantes da população ocupada, mas já tivemos percentuais maiores, que chegaram a 12% no auge da pandemia. Estamos observando, portanto, uma redução no ritmo de perdas a cada trimestre", explica Adriana.

A taxa de informalidade foi de 39,8% no trimestre encerrado em abril, o que equivale a 34,2 milhões de pessoas, o que não representa uma variação significativa em relação aos três meses anteriores, quando a taxa era de 39,7%. Há um ano, o grupo de trabalhadores sem carteira assinada, sem CNPJ ou sem remuneração somava 34,6 milhões de trabalhadores (38,8%).

O estudo aponta ainda que o salário médio recebido pelos trabalhadores foi de R$ 2.532 entre fevereiro e abril, o que também corresponde a uma estabilidade em relação ao período anterior. A massa de rendimento real, que é soma de todos os rendimentos dos trabalhadores, é de R$ 212,3 bilhões.

Tipo de colocação

Entre fevereiro e abril, a maioria dos indicadores permaneceram estáveis na comparação com o trimestre anterior. No período, somente os trabalhadores por conta própria cresceram 2,3% (+537 mil), totalizando 24 milhões.

Os trabalhadores com carteira assinada no setor privado ficaram estáveis em 29,6 milhões no trimestre. Já os empregados informais do setor privado também mantiveram no mesmo nível, em 9,8 milhões, na mesma base de comparação.

A categoria dos trabalhadores domésticos foi estimada em 5 milhões de pessoas, o que corresponde a uma redução de 10,4% (572 mil) em um ano. Os empregados do setor público, por sua vez, ficaram estáveis em 11,8 milhões. (R7)

 
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