Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 30.07.2021 10:55h
Economia

Contas públicas têm déficit de R$ 65,5 bilhões em junho

 
Foto Reprodução

As contas do setor público consolidado registraram déficit primário de R$ 65,5 bilhões em junho, informou o Banco Central (BC) nesta sexta-feira (30).

O déficit significa que, no período, as despesas superaram a arrecadação com impostos do setor público consolidado, que engloba o resultado do governo federal, estados, municípios e estatais. O cálculo não considera os juros da dívida pública, por isso é chamado de resultado primário.

O resultado de junho representa uma melhora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foi registrado um déficit fiscal de R$ 188,7 bilhões, resultado influenciado diretamente pela primeira onda da Covid-19.

Ainda em junho, de acordo com o Banco Central:

o governo federal respondeu por um déficit primário de R$ 75,1 bilhões;
os estados e municípios apresentaram resultado positivo (superávit) de R$ 8,4 bilhões; e
as empresas estatais registraram superávit primário de R$ 1,2 bilhão.
1º semestre
No acumulado do primeiro semestre deste ano, ainda segundo o Banco Central, as contas públicas registraram déficit primário de R$ 5,2 bilhões.

O resultado negativo do semestre foi influenciado pela segunda onda da Covid-19, que tem levado o governo federal a reeditar neste ano algumas medidas emergenciais para preservar empregos e renda.

Apesar do resultado negativo, houve melhora na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foi registrado um rombo fiscal (déficit primário) histórico de R$ 402,7 bilhões.

Nos últimos doze meses, o déficit primário do setor público consolidado atingiu R$ 305,5 bilhões, o equivalente a 3,81% do Produto Interno Bruto (PIB), permanecendo na trajetória de redução observada neste ano, quando a pandemia tem impactado menos nas contas públicas em comparação ao ano passado.

Para este ano, o setor público está autorizado a registrar déficit primário de até R$ 250,89 bilhões. Porém, com a autorização do Congresso Nacional para excluir da meta algumas despesas extraordinárias relacionadas com a Covid-19, estimadas em R$ 127,5 bilhões pelo Tesouro Nacional, o rombo neste ano será maior que a meta. (G1- Foto Reprodução)

 
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