Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 31.08.2021 13:30h
Ex-ministro da Justiça e Segurança

Moro defende prisão em 2ª instância: "Para evitar a impunidade do rebanho"

 

Ex-juiz e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro (sem partido), Sergio Moro (foto ilustração) foi às redes sociais para demonstrar apoio à prisão em segunda instância. Desde novembro de 2019, a detenção não se configura na segunda instância, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

"Uma pauta necessária para evitar a impunidade do rebanho (ou pelo menos da grande corrupção) almejada por muitos, infelizmente", escreveu Moro, no último domingo (29/8), em resposta a um tuíte do senador Álvaro Dias (Podemos-PR).

"A volta da prisão em segunda instância é fundamental para que o país possa atingir um salto civilizatório na justiça do Brasil. Mas enquanto isso não acontece, continuamos assistindo ao desfile da impunidade", publicou o senador, um dia antes da resposta de Moro.

A derrubada da prisão em segunda instância, por exemplo, culminou na soltura de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República entre 2003 e 2010. O caso foi conduzido por Moro, que culminou na detenção em 7 de abril de 2018, após o então juiz federal expedir mandado de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá.

Em junho deste ano, o STF julgou a condução do caso e reconheceu, por sete votos a quatro, que Moro foi parcial no caso de Lula. "Os votos dos ministros Fachin, Barroso, Marco Aurélio e Fux, não reconhecendo vícios ou parcialidade na condenação por corrupção do ex-presidente Lula, correspondem aos fatos ocorridos e ao Direito. Nunca houve qualquer restrição à defesa de Lula, cuja culpa foi reconhecida por dez juízes", respondeu o ex-juiz federal, à época. (em.com.br)

 
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