Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 14.01.2022 09:52h
De olho no voto "fiel"

Lula desvia de pauta de costumes para tentar atrair eleitor evangélico

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-Foto), quer atrair o voto do eleitorado evangélico pelo bolso. A estratégia da campanha do PT é evitar temas polêmicos, como aborto e legalização de drogas, e conversar com o público conservador sobre problemas econômicos do cotidiano, como inflação, carestia e desemprego.

Favorito nas pesquisas de intenção de voto, Lula quer desviar o debate da agenda de costumes, campo que o presidente Jair Bolsonaro domina. Quando ocupava o Planalto, Lula manteve ligação próxima com as principais igrejas evangélicas, como a Assembleia de Deus da família Ferreira, no Rio, e a Universal, do bispo Edir Macedo. Após anos de ataques ao PT, Macedo pôs a estrutura da Universal a favor do então presidente, em 2003.

A boa relação só terminou em 2016, quando o PRB, atual Republicanos – partido de aliados do bispo – rompeu com a presidente Dilma Rousseff e defendeu o impeachment. Na tentativa de se aproximar dos evangélicos, o ex-juiz da Lava Jato Sérgio Moro decidiu agora incorporar ao discurso a defesa da lei antiaborto e o combate à sexualização precoce.

O apoio dos religiosos de várias denominações sempre foi considerado fundamental pelas equipes dos presidenciáveis. Pesquisas mostram que os evangélicos representam cerca de 30% da população. Não foi à toa que Bolsonaro indicou o pastor André Mendonça, definido por ele como “terrivelmente evangélico”, para uma cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal.

Na campanha de 2002, o PT distribuiu uma Carta aos Evangélicos na porta das igrejas. Em 2010, Dilma foi cobrada e também teve de redigir uma carta comprometendo-se a não apresentar projeto de lei para descriminalizar o aborto. Em 2019, um ano antes das eleições municipais, o PT criou um núcleo para cuidar desse segmento.

A mais recente pesquisa Ipec, divulgada em dezembro, mostra que Lula e Bolsonaro estão tecnicamente empatados na preferência de voto dos evangélicos. Segundo o levantamento, o petista tem 34% de apoio e o atual presidente, 33%.

Aliado do governo, o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, diz não haver racha entre os apoiadores do presidente. “Rachado porcaria nenhuma. Claro que Lula tem voto no mundo evangélico. Não sou idiota, não conheço unanimidade”, afirmou ao Estadão. Nas eleições de 2002 e 2006, o pastor havia apoiado Lula.

Em dezembro do ano passado, Moro esteve no Rio e se reuniu com o bispo R.R. Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus. Na semana passada, o ex-juiz aproveitou uma viagem à Paraíba para conversar com o pastor Estevam Fernandes, chefe da Igreja Batista de João Pessoa.

Um mês antes, Lula e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, tiveram reunião virtual de duas horas com evangélicos. Estavam acompanhados da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), que é da igreja presbiteriana. Em junho, o ex-presidente já havia se encontrado com Manoel Ferreira, bispo primaz do Ministério Madureira. O encontro provocou protestos de bolsonaristas. (Estadão Conteúdo)

 
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