Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 31.01.2022 09:18h
Corrida presidencial

André Janones: "Somos a única terceira via viável"

 

O deputado federal mineiro André Janones (foto ilustração) teve sua pré-candidatura à Presidência da República lançada pelo Avante, sábado, no Recife. E já tem claras as suas convicções. A primeira: não “arreda pé” de disputar o Palácio do Planalto, caminho tido por ele como “irreversível”.

A segunda: reduzir as desigualdades sociais é a chave para amenizar os problemas do Brasil. A terceira: é possível reduzir a distância entre ricos e pobres sem abandonar o que chama de “discurso anticorrupção”. A quarta: é a única “terceira via viável”. “Está voltando a máxima do ‘Ali estava errado, a gente sabe, mas pelo menos eu tinha comida à mesa’”, diz ele, em entrevista ao Estado de Minas.

“O desafio é diminuir a desigualdade e mostrar ao povo que não tem que escolher entre combater a corrupção ou matar a fome, mas que dá para fazer os dois. Dá para ser ético, combativo, não ceder ao sistema e, ao mesmo tempo, levar comida aos que precisam”, completa.

Para se opor ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao presidente Jair Bolsonaro (PL), Janones pretende chegar ao início da campanha eleitoral com pelo menos 6% das intenções de voto. O estímulo para conseguir a meta é uma pesquisa feita pelo Ipec em dezembro.

O levantamento colocou o parlamentar com 2%, ao lado do governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Apesar de reconhecer as diferenças entre eles, o presidenciável do Avante tem construído pontes como ex-juiz Sergio Moro (Podemos) — houve até um encontro na semana passada.

O deputado tece críticas a Bolsonaro e espera que a pauta de costumes não dê o tom da eleição. “Quem precisa de saúde pública é o homossexual, o travesti, o hétero, o ‘cidadão de bem’ da família tradicional, o evangélico, o espírita, o católico e o umbandista.”

Ao falar de Lula, diz que o “saudosismo” sobre os dois mandatos do petista foi impulsionado pelos erros de Bolsonaro. “Não existe receita de bolo. Por isso, vejo com preocupação essa possibilidade de volta ao passado”. (Guilherme Peixoto)

 
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