Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

Você daria um Título de Cidadão a Jair Bolsonaro?



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

Leia Mais

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
Enviado por Jair Onofre - 18.02.2013 08:52h
Por Hugo Navarro

A PRAÇA DA CACHAÇA

 
Foto: Ex-deputado e jornalista Hugo Navarro

Foto: Ex-deputado e jornalista Hugo Navarro

O jornalista Jair Onofre está a denunciar no seu blog, o estado de abandono e decadência da “Praça de Alimentação” implantada durante o primeiro governo de José Ronaldo, transformada, hoje, naPraça da Cachaça”, perigoso sitio onde menores praticam toda sorte de crimes e a maioria dos boxes abre somente à noite a “ Praça” abriga toda sorte de pedintes, bêbados, e desocupados, que do local fizeram asilo predileto e perigoso, de onde deve sair boa parte da criminalidade que se espalha , como praga , sobre toda a cidade.
 
Quando a prefeitura criou a “Praça de Alimentação” no centro comercial, inspirada, certamente, no que se faz, geralmente com ampla aceitação nos modernos shoppings, visou principalmente a facilitar o relax após o trabalho e dar movimento e vida a uma parte central da cidade que se esvaziava rapidamente após as atividades cotidianas, além de favorecer a criação de pequenos negócios e empregos e ampliar a possibilidade de renda. Não pretendia inventar um centro de bagunça, um dormitório de mendigos e vagabundos e um abrigo de criminosos.
 
A ideia nos primeiros anos funcionou. Na “Praça de Alimentação” houve palcos, espetáculos, variados apresentações artísticas. O local tornou-se atraente, animado, principalmente à noite, como ponto de reunião de amigos e negociantes.
 
Aos poucos, entretanto, o panorama transformou-se, até chegar ao estado de degradação que apresenta nos dias de hoje, num tempo em que muita coisa murchou.
 
Poderíamos dizer que a Prefeitura, com a mudança de chefia, deixou de tomar as necessárias providencias para preservar, da degradação, a “Praça”, conservando a natureza dos propósitos que nortearam a sua criação. Fato é que a Prefeitura tem culpa. Não foi apenas a “Praça de Alimentação” que decaiu. Culpa maior, entretanto, cabe à falta de policiamento da cidade, que tem afastado, das ruas, as pessoas honestas, obrigando-as a reforçar portas e janelas com grades de ferro e a evitar, tanto quanto possível ,lugares públicos , que se tornam   cada vez mais perigosos e inóspitos.
 
A polícia do Estado, por mais homens, veículos que tenha a disposição de seus serviços (inclusive recentemente, telefone) conserva organização comprovadamente ineficaz diante do crescimento do crime, dividida em duas forças cujas funções nem sempre andam no mesmo trilho, muitas vezes perdidas em salamaleques que vêm dos tempos de Tomé de Souza.
 
O fato é que se faltou interesse da prefeitura em preservar a “Praça de Alimentação”, solicitando, entre outras providências, a atenção da Polícia para aquele local, os serviços da segurança pública, neste país, têm que passar, urgentemente, por total e completa reformulação, com o abandono das formulas tradicionais e ineficazes e a aceitação de reforma que lhe mais consistência, praticidade e eficiência.
 
Para tal, entretanto, seria necessário que a atitude do Papa, (a da renúncia), contagiasse os principais governantes da República, que estão levando o país para o brejo, mas permanecem agarrados aos cargos como carrapatos-estrela, os micuins, transmissores da perigosa febre maculosa, que pode matar a vítima.


Ex- Deputado Estadual e jornalista Hugo Navarro
Texto publicado no Jornal Folha do Norte
 
 
 
Comente Sem Comentários
 
 

Comentários:

 
Sem comentário para essa postagem!
 

Comente:

 

Nome:

Comentário:

 
 

 

 
 
 
 


 
 
 
 
Facebook
 
 
 
BAN CAF CULTURA
 
Livro do jornalista Jnio Rego
 
Pazzi Povo FM
 
Iau - cavalgada
 
 
TWITTER
 
LUCY REGE
 
 

2019

2018

2017

 
    Bahia na Política © Todos os direitos reservados.
www.bahianapolitica.com.br E-mail: contato@bahianapolitica.com.br
RSS
by M9 Design e Tacitus Tecnologia