Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 14.05.2022 06:30h
Venda da Petrobras

Pré-candidatos à Presidência falam sobre a privatização da Petrobras

 

Na última quinta-feira (12), o novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, enviou a ao ministro da Economia, Paulo Guedes, um pedido para iniciar os estudos necessários para a privatização da Petrobras e da PPSA (Pré-Sal Petróleo S.A.), responsável pela comercialização do petróleo e do gás natural produzidos no pré-sal. (Foto ilustração)

Sachsida assumiu o comando da pasta três dias após a Petrobras anunciar reajuste de 8,8% no preço de venda do diesel para distribuidoras.

Em entrevista à CNN nesta quinta (12), Adriano Pires, economista e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, afirmou que o debate sobre a privatização da estatal “está mais maduro”, mas é um projeto de longo prazo, que deverá ser abordado pelo próximo governo — que será eleito no próximo mês de outubro.

Atualmente, as ações da Petrobras são divididas entre a União, que possui 36,75%, outras instituições e pessoas físicas brasileiras, que possuem 20,46% das ações, e estrangeiros, com 42,79%. Contudo, o governo federal tem o controle da empresa, por meio de 50,5% das ações ordinárias, aquelas que concedem aos seus donos direito a voto.

Diante disso, a CNN perguntou aos pré-candidatos o que eles pensam sobre a privatização da Petrobras. Confira abaixo as respostas.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT):

O ex-presidente Lula é contra a privatização da Petrobras. Sua venda ameaça a segurança energética do país e irá aumentar ainda mais o preço dos combustíveis

Jair Bolsonaro (PL):

O presidente não respondeu até o momento da publicação.

Ciro Gomes (PDT):

O pré-candidato não respondeu até o momento da publicação.

João Doria (PSDB):

Antes de discutirmos privatização da Petrobras, é primordial para o país garantir estabilidade macroeconômica, institucional e política. Com isso, o impacto da alta do preço do petróleo deixa de ser agravado pela alta do dólar e pode, inclusive, ter o efeito de atenuá-lo.

Outro ponto além de privatizar a segunda empresa petroleira mais lucrativa do mundo, é garantir a proteção da população mais pobre, estendendo o vale gás para os mais vulneráveis e usando a receita adicional que o governo recebe pela alta do preço internacional do petróleo para minimizar o impacto sobre o diesel. Dessa forma se protege quem mais sofre com essa alta, com responsabilidade fiscal e ambiental.

André Janones (Avante):

A Petrobras foi construída com o suor do povo brasileiro. É uma companhia que faz algo incrível no planeta: exploração de águas profundas e ultraprofundas. Exemplo na indústria do petróleo. Já fizeram o inacreditável: vender os combustíveis nacionais a preços de produtos importados para garantir o lucro dos acionistas minoritários ao custo do sacrifício do povo. Já não basta vender uma das gasolinas mais caras do mundo? Agora querem mais um golpe: entregar a Petrobras para os amigos de Paulo Guedes. O país precisa resgatar o nacionalismo verdadeiro de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitscheck, não o entreguista dos amigos do Governo. INACEITÁVEL. A Petrobras é nossa e, se não está exercendo sua função social num dos momentos mais delicados da nossa história, imaginemos na mão de quem só visa lucros? Não precisamos privatizar, precisamos é de governo competente e com sensibilidade social.

Simone Tebet (MDB):

Trazer à tona a discussão da privatização de uma empresa como a Petrobras neste momento é uma irresponsabilidade. Faltam poucos meses para o fim do governo. Isso parece uma “cortina de fumaça”. Mais uma, aliás. No fundo, Bolsonaro gostaria de intervir na empresa como fizeram Lula e Dilma, mas não pode graças à Lei das Estatais, aprovada no governo Temer.

De qualquer forma, é importante manter a gestão profissional e as regras de governança da companhia. E antes de anunciar uma privatização, é fundamental um diálogo franco com a sociedade. Precisamos definir por que e para que privatizar? Ou seja, para onde vão os recursos? A privatização só faz sentido se o resultado da venda for todo direcionado para a sociedade por meio de políticas sociais, seja com a erradicação da miséria, com programas que foquem na primeira infância ou na habitação popular. A sociedade, que é a dona da Petrobras, tem de participar desse debate. Uma bravata em discurso de posse de um ministro não é a forma de conduzir uma discussão tão relevante e séria como essa.

Felipe d’Avila (Novo):

Quem gosta da Petrobras estatal são os políticos populistas. Para eles, essas empresas são estratégicas: servem como moeda de troca política e como ferramenta para manipulação dos preços e da economia. Para o brasileiro, estratégico é deixar os populistas longe do controle da Petrobras. A privatização é o jeito mais eficiente de proteger a empresa e os brasileiros desses interesses políticos. Uma Petrobras privada seria mais eficiente e geraria mais riqueza para o país.

Luciano Bivar (União Brasil):

A Petrobras é um patrimônio dos brasileiros. O liberalismo não exclui a possibilidade de propriedade estatal dos meios de produção, apenas obriga que haja competição. A empresa estatal poderá sempre subsistir numa economia liberal, desde que sem privilégios e também desde que atenda melhor às necessidades dos consumidores.

O que falta é o governo planejar obras estruturantes. Se temos superávit de produção de petróleo cru, por que não investimos em refinarias? A refinaria Abreu e Lima, por exemplo, refina apenas 50% de sua capacidade. Das 13 refinarias brasileiras, metade precisa de investimentos para otimizar seus resultados. E a mais saudável (Mataripe, na Bahia), o governo vendeu aos árabes por 1,8 bilhões, quando ela vale mais de 4 bilhões.

Como partido liberal, a União Brasil defende um estado mais leve, porém altamente eficiente. (cnn)

 
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