Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 14.05.2022 07:10h
Congresso Brasileiro de Magistrados

Ministro Barroso diz que democracia passa por "processo de erosão"

 

O ministro Luís Roberto Barroso (foto ilustração), do Supremo Tribunal Federal (STF), demonstrou preocupação com a democracia brasileira. Durante discurso no Congresso Brasileiro de Magistrados, em Salvador, Bahia, na tarde desta sexta-feira (13/5), o magistrado afirmou que a democracia passa por um “processo de erosão por todo o mundo” e disse que é preciso trabalhar para restabelecê-la.

Barroso citou países como Hungria, Polônia, Turquia, Rússia, Filipinas, Venezuela, Nicarágua e El Salvador como governos autoritários, além das "turbulências" recentes nos Estados Unidos e no Reino Unido. Sem citar o Brasil ou o nome do presidente Jair Bolsonaro (PL), ele ainda afirmou que é necessário uma autocrítica de democratas para um restabelecimento do sistema ao redor do mundo.

"Essa ascensão de um processo autoritário e populista se dá por insuficiências da própria democracia. Por isso os que defendem a democracia precisam identificar e trabalhar para restabelecer essa crença que une a todos", disse.

No evento, o ministro ainda afirmou que “o filme da democracia brasileira é bom”, mas disse também que iria evitar entrar em polêmicas.

"Temos que restabelecer o mínimo de honestidade intelectual, o mínimo de honestidade aos fatos. O filme da democracia brasileira é bom. Às vezes a fotografia é assustadora, mas o filme é bom. Eu tive cuidado de não dizer nada polêmico aqui porque os tempos não estão para polêmica”.

“Tem uma música de Paulinho da Viola (chamada Argumento) que diz que em tempo de nevoeiro, velho marinheiro leva o barco devagar. Não devemos nos deixar impressionar pela fotografia do momento. E é uma fotografia mundial, mas o filme é bom. Sei que vivemos um país difícil, mas isso não desfaz tudo o que aconteceu até aqui", concluiu Barroso. (Luana Patriolino)

 
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