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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 16.05.2022 05:25h
Internacional

Otan se diz otimista sobre adesão da Finlândia e da Suécia ao grupo

 

A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) se manifestou neste domingo (15) sobre a possibilidade da adesão da Finlândia e da Suécia ao grupo. (Foto ilustração)

O vice-secretário-geral da Otan, Mircea Geoana, afirmou estar confiante em que a organização pode superar as objeções da Turquia e receber rapidamente a Finlândia e a Suécia, enquanto a aliança se prepara para uma expansão histórica.

Mais cedo, o presidente da Finlândia, Sauli Niinisto, confirmou que seu país se candidatará à adesão, e a Suécia deverá fazer o mesmo, já que o apoio público à adesão à Otan aumentou desde a invasão da Ucrânia pela Rússia.

"Suécia e Finlândia não são apenas nossos parceiros, não apenas nossos amigos, eles são membros da família europeia há muito tempo", disse a ministra alemã das Relações Exteriores, Annalena Baerbock.

"É por isso que vocês têm todo o nosso apoio para todas as decisões que estão tomando atualmente para sua própria segurança", acrescentou.

Adesão da Finlândia

A Finlândia tomou a decisão de se candidatar à adesão ao grupo neste domingo. O anúncio foi feito pelo presidente finlandês e pela primeira-ministra do país nórdico, Sanna Marin. A medida é uma consequência direta da invasão russa da Ucrânia, que completa 81 dias hoje.

O chefe de Estado e um comitê de política externa "decidiram conjuntamente que a Finlândia vai se candidatar à adesão à Otan". "É um dia histórico. Uma nova era está começando", disse o presidente finlandês em entrevista coletiva.


Desconfiança da Turquia

Ao pegar de surpresa os seus parceiros da Otan, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou na última sexta-feira (13) que não seria possível apoiar a candidatura da Suécia e da Finlândia porque os dois países eram “lar de muitas organizações terroristas”.

O ministro das Relações Exteriores da Turquia disse neste domingo que a Suécia e a Finlândia devem parar de apoiar grupos terroristas no país, fornecer garantias de segurança claras e suspender proibições de exportações à Turquia enquanto buscam a adesão à Otan.

Falando após uma reunião dos ministros das Relações Exteriores da Otan em Berlim, Mevlut Cavusoglu declarou que se encontrou com seus colegas suecos e finlandeses e todos estavam procurando abordar as preocupações da Turquia.

Ele acrescentou que a Turquia não está ameaçando ninguém nem buscando influência, mas se referindo especialmente ao apoio da Suécia ao grupo militante curdo PKK, considerado uma organização terrorista por Turquia, União Europeia e Estados Unidos.

A Finlândia confirmou neste domingo que solicitará adesão à Otan, e a Suécia deve seguir o exemplo, em resposta à invasão da Ucrânia pela Rússia. No entanto, as preocupações da Turquia podem representar um obstáculo, pois qualquer decisão sobre o alargamento da Otan requer a aprovação unânime dos 30 Estados-membros.

"É absolutamente necessário haver garantias de segurança aqui. Eles precisam parar de apoiar organizações terroristas", disse Cavusoglu a repórteres turcos em Berlim. Ele informou que as proibições suecas e finlandesas à exportação de alguns de seus produtos do setor de defesa para a Turquia devem terminar.

"Nossa postura é perfeitamente aberta e clara. Isso não é uma ameaça, não é uma negociação em que estamos tentando alavancar nossos interesses", afirmou.

"Isso também não é populismo. Isso é claramente sobre o apoio de dois potenciais Estados-membros ao terrorismo, e nossas observações sólidas sobre isso são o que compartilhamos." (Do R7, com Reuters e agências internacionais)

 
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