Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 20.05.2022 06:21h
Feira de Santana

Professor Ivamberg: "Não podemos culpar a Câmara pelo caos na educação"

 

Após uma mãe reclamar que a única merenda servida ao seu filho, estudante da rede municipal de ensino, foi um ovo cozido, que teria causado um mal estar, o vereador Professor Ivamberg (PT - foto) chamou a atenção para a qualidade da merenda escolar e rebateu o que vem sendo dito pela secretária de Educação, Anaci Paim, que permanece responsabilizando o Legislativo pelos problemas na educação, por conta no atraso na aprovação do Orçamento. O discurso foi feito nesta quinta-feira (19), na tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana.

“Como está a qualidade da merenda das escolas do município? “, questionou o vereador, citando que a secretária utilizou a TV Subaé para acusar a Câmara, sem que o Legislativo tivesse nem ao menos direito de resposta. “Temos dois anos de pandemia com Orçamento aprovado, com escolas paradas e nada foi feito para melhorar a infraestrutura dessas escolas. Desde 2018 tem R$248 milhões parados em uma conta. 40% poderiam ter sido utilizados para a reforma de escolas e não foi feito, são verbas que não dependem do Orçamento de 2022”, destacou Professor Ivamberg.
Ivamberg falou ainda sobre o quadro docente da rede municipal de ensino. “Não tem professor, mas tem aprovados em concurso de 2018 que poderiam ter chamado. Não podemos admitir mais sermos culpabilizados pelo que não temos culpa, a incompetência administrativa é do Poder Público Municipal, a secretária Anaci Paim não pode dizer que a culpa do caos na educação é da Câmara”, salientou. (Daniela Oliveira)
  

 
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