Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 31.05.2022 06:00h
Oeste da Bahia

Justiça baiana mantém suspensão da sessão que marcou eleição antecipada da Câmara em LEM

 

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) manteve a decisão da suspensão da sessão que marcaria a eleição antecipada da Câmara de Vereadores de Luis Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, prevista para ocorrer na última terça-feira (24), e que estava apoiada sobre uma liminar. (Foto ilustração: Câmara Municipal de LEM)

Desta vez a deliberação, da desembargadora Silvia Carneiro Santos Zarif, relatora do caso na Corte baiana, nesta segunda-feira (30), preservou a decisão tomada pela juíza Renata Guimarães da Silva Firme, na semana passada.

No Agravo de Instrumento, a magistrada, entre outras coisas, pontua que "a indicação de qual a natureza da matéria de fundo do projeto de Resolução e que, por tal característica, deve se submeter ao art. 27 do Regimento Interno parece constituir apreciação sobre desrespeito às normas de matéria interna corporis - e não às normas constitucionais".

"Também a definição e a conveniência para a adoção do regime de urgência é matéria interna corporis, que igualmente não podem ser sindicadas pelo Poder Judiciário", prossegue Sílvia Zarif.

Além disso, apesar dos argumentos pontuados pela defesa da Casa Legislativa, a o TJ-BA afirmou, no documento, que "o efeito suspensivo não pode ser conferido, como já mencionado, pois não há risco de dano grave, de difícil ou impossível reparação".

"As matérias relativas ao projeto, como visto pela descrição acima, não demandam a urgência necessária à antecipação dos efeitos da tutela", explica a desembargadora.

A Câmara de Vereadores de Luís Eduardo Magalhães tem até 10 dias para se manifestar da decisão. (bnews)

 
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