Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

Você acredita que a democracia está ameaçada no Brasil?



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

Leia Mais

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
Enviado por Jair Onofre - 31.05.2022 10:30h
Câmara Federal

Lira diz que Câmara vai "apertar" governo sobre subsídio aos combustíveis

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL-Foto), afirmou que a Câmara vai “apertar” o governo federal para que decida sobre uma política de subsídio aos combustíveis. O objetivo é tentar reduzir o preço dos combustíveis nas bombas ao consumidor final, ainda mais em ano eleitoral.

A declaração foi dada em entrevista à RecordTV divulgada nesta segunda-feira (30).

 “Nós vamos apertar essa semana o governo para que ele decida por fazer ou não o subsídio no combustível. É importante, todo mundo está fazendo. Os governos dos países mais avançados estão dando subsídio para a alta dos combustíveis, que é um problema mundial e interfere na vida de qualquer brasileiro”, disse.

Lira afirmou que essa questão de um eventual subsídio deve ser resolvida antes de se tratar de um fundo de estabilização com dividendos da Petrobras, em discussão.

Nesta semana, a Câmara deve votar ao menos a tramitação em regime de urgência para três projetos voltados à redução da tarifa de energia elétrica e a dar mais transparência sobre as regras de composição de preços de derivados de petróleo praticados pela Petrobras.

A ação acontece em meio à discussão e possível votação no Senado de projeto de lei que limita alíquota de ICMS para transporte público, comunicação, energia e combustível.

O texto já aprovado na Câmara sofre resistência de governadores e prefeitos por receio de futuras perdas de arrecadação. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pretende colocar o projeto para votação direto em plenário em junho.

“É um engodo [a eventual perda de arrecadação] que os governadores estão vendendo para caixas abarrotados, segundo um jornal de grande repercussão, com mais de R$ 320 bilhões acumulados. Os estados tiveram aumento do ano passado para esse de mais de 40% de aumento de arrecadação em cima de um ano que se arrecadou demais, que foi 2021. Então, é arrecadação crescente a cada momento”, disse Lira.

Lira voltou a se posicionar a favor da privatização da Petrobras. Para ele, a empresa “se esconde atrás do fato de o governo federal ser [acionista] majoritário para que todo o desgaste seja do governo federal e não dela”.

“A favor da privatização eu sou, porque há muito tempo a Petrobras, para mim, perdeu o seu cunho social, estrutural, de investimentos no Brasil, de ser o polo puxador e de tração para obras estruturantes. Não temos nada no visor da Petrobras a curtíssimo prazo, a não ser distribuição de dividendos”, declarou.

No entanto, disse não acreditar que a privatização da Petrobras seria possível agora “pela polarização” e pela necessidade de grande apoio no Congresso Nacional – ao menos 308 deputados federais.

Ele então defendeu a aprovação de um projeto que permita ao governo vender ações da Petrobras e deixar de ser sócio majoritário da estatal.

Sobre a reforma tributária, em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Lira afirmou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) “pode ter dificuldades num ano de polarização eleitoral” e não descartou que a Câmara ainda analise o texto na Casa sobre o mesmo tema. (Luciana Amaral)

 
Comente Sem Comentários
 
 

Comentários:

 
Sem comentário para essa postagem!
 

Comente:

 

Nome:

Comentário:

 
 

 

 
 
 
 


 
 
 
 
Facebook
 
 
 
 
 
 
 
Pazzi Povo FM
 
Jair Onofre - Alvorada Sertaneja
 
Tinga - material eletrico
 
 
TWITTER
 
LUCY REGE
 
 

2022

2021

2020

 
 
    Bahia na Política © Todos os direitos reservados.
www.bahianapolitica.com.br E-mail: contato@bahianapolitica.com.br
RSS
by M9 Design e Tacitus Tecnologia