Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 22.06.2022 10:40h
Governo Federal

Governo corre para reajustar vale-refeição de servidores depois de desistir de aumento de salário

 

Após abrir mão de reajustar o salário dos servidores públicos, o presidente Jair Bolsonaro corre contra o tempo para tentar pelo menos aumentar o vale-refeição do funcionalismo. (Foto ilustração: Esplanada dos Ministérios)

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, uma minuta de um projeto de lei que abre caminho para aumentar o benefício já está pronta e deverá ser enviada pelo Ministério da Economia ao Palácio do Planalto “em breve”, de onde deve seguir para o Congresso Nacional.

O texto do projeto retira da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) a proibição de aumento de benefícios em 2022. Isso permitirá, em um segundo momento, a edição de um decreto aumentando o valor do vale. Segundo uma fonte do governo, o presidente Jair Bolsonaro ainda não desistiu do aumento do auxílio.

A questão, no entanto, é se haverá tempo para que as mudanças sejam aprovadas pelo Congresso Nacional nos prazos determinados pela lei em ano de eleição. O agrado tem que ser sancionado até o final da semana que vem, para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que impede que o governante aumente despesas em prazo inferior a 180 dias do fim do mandato.

O prazo apertado preocupa a equipe econômica e interlocutores do Palácio do Planalto, que já suspeitam da inviabilidade da aprovação da medida. A primeira ideia seria dobrar o benefício para os servidores do Executivo, mas o texto ainda não foi fechado e há dúvidas se o valor reservado no Orçamento para aumento salarial, de R$ 1,7 bilhão, seria suficiente para isso.

Esse valor no momento encontra-se bloqueado, ou seja, se for realmente usado para o reajuste do benefício a partir de julho, a área econômica terá que cortar outras despesas para adequar o orçamento ao teto de gastos, regra que impede que os gastos públicos cresçam acima da inflação.

Na semana passada, em entrevista a um canal no YouTube, Bolsonaro disse que “está praticamente acertado” dobrar o vale-alimentação do funcionalismo, hoje em R$ 458 por mês. “Resolvemos ultimar estudo para dobrar vale-alimentação de servidores. É o que está praticamente acertado”, declarou sem, no entanto, estimar o custo da medida em ano eleitoral para os cofres públicos. (Estadão Conteúdo)

 
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