Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 23.06.2022 08:50h
Retrocesso

Brasil cai para 10ª posição em ranking de combate à corrupção na América Latina

 
Foto Reprodução

Segundo um levantamento do fórum Americas Society, em parceria com a Control Risks, o Brasil caiu quatro posições no Índice de Capacidade de Combate à Corrupção (CCC). Em 2021, o país era o 6º colocado, e agora passou para o 10º lugar. É terceira queda seguida.

Esse índice avalia a capacidade de 15 países latino-americanos de identificar, punir e prevenir casos de corrupção.

O levantamento é dividido em três categorias: capacidade legal; democracia e instituições políticas; e sociedade civil e mídia. São analisadas 14 variáveis, incluindo a independência das instituições jurídicas e a quantidade de recursos disponíveis para combater crimes de colarinho branco.


Veja a colocação de cada país:

Uruguai
Costa Rica
Chile
Peru
República Dominicana
Argentina
Panamá
Colômbia
Equador
Brasil
Paraguai
México
Guatemala
Bolívia
Venezuela
Segundo a pesquisa, um dos itens em que o Brasil mais retrocedeu foi na independência e eficiência das agências anticorrupção. A queda na pontuação nesse quesito foi de 19%.

Dos cinco itens em que o Brasil ficou abaixo da média, dois tem relação com a política e com o Congresso.

O presidente do Instituto ‘Não Aceito Corrupção’, Roberto Livianu, disse que esse resultado demonstra o enfraquecimento das instituições e também da legislação.

“Nós vivemos um momento muito complicado, muito crítico. Temos tido retrocessos no ano passado. Tivemos um esmagamento da lei de improbidade administrativa, a lei mais importante do país em matéria de combate à corrupção, a lei da ficha limpa também”, conta. (G1 - Foto Reprodução)

 
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