Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 02.07.2022 07:25h
Ex-governador de São Paulo

MP pede novo bloqueio de bens de Alckmin no caso Odebrecht

 

O Ministério Público de São Paulo entrou com recurso para tentar reverter decisão da 13ª Vara da Fazenda de São Paulo que suspendeu o bloqueio de R$ 9,9 milhões de bens de Geraldo Alckmin (foto ilustração). Ele é réu por suposto caixa dois da Odebrecht na campanha de 2014.

Os bens do ex-tucano, que é pré-candidato a vice na chapa de Lula, estavam bloqueados desde abril de 2019, mas foram liberados na semana passada pela juíza Luiza Barros Rozas Verotti.

A juíza alega que o descongelamento de bens se fez necessário por causa da revisão da Lei de Improbidade Administrativa, aprovada pelo Congresso no fim do ano passado.

Para o promotor de Justiça Ricardo Manuel Castro, porém, a Lei de Improbidade não deve ser aplicada de forma retroativa em ações já aceitas pela Justiça no ano passado. Para ele, o bloqueio dos bens de Alckmin continua “razoável e proporcional”.

Alckmin é acusado de ter recebido R$ 7,8 milhões via caixa dois da Odebrecht para sua campanha à reeleição a governador, em 2014. Na ação, o MP paulista juntou provas que vão além das delações de ex-executivos da empreiteira, como mensagens de Skype e gravações telefônicas indicando entregas de dinheiro em espécie na casa de um ex-assessor do governo. (oantagonista)

 
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