Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 31.08.2022 12:04h
697 mil eleitores fora do Brasil

Número de brasileiros que votam no exterior supera total de eleitores de três estados do país

 

O número de eleitores brasileiros no exterior cresceu 39,2% neste ano em comparação com as eleições de 2018 e 96,8% em comparação com 2014. No total, são 697 mil eleitores fora do Brasil, enquanto, na eleição passada, o número era de 500,7 mil. O quantitativo é superior ao eleitorado de três estados: Acre (588.433), Amapá (505.106) e Roraima (366.240). (Foto ilustração)

Apesar do aumento, o Itamaraty excluiu 16 seções de votação fora das sedes de embaixadas e consulados. Houve acréscimo, no entanto, de dez cidades nas quais os brasileiros poderão votar.

Uma das cidades em que não houve votação em 2018 é Amsterdã (Holanda). Neste ano, 10 mil eleitores vão poder exercer o direito ao voto no local. Já Roterdã, também na Holanda, tinha 4.800 eleitores em 2018, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e foi retirada da lista neste ano.

O Itamaraty defende a exclusão dos 16 locais de votação com a explicação de que a experiência de 2018 nessas localidades "foi considerada negativa pelos postos e, em consequência, sua repetição foi desencorajada".

"Como justificativa, foram relatadas, principalmente, dificuldades logísticas de deslocamento de material e transporte e baixo nível de comparecimento do eleitorado, não condizente com os altos custos operacionais necessários à implementação", informou.

Segundo a pasta, no último pleito para presidente da República foram abertas "33 seções de votação em municípios diferentes das cidades onde estão sediadas as embaixadas e consulados brasileiros", com o objetivo de facilitar o exercício do voto aos cidadãos que moram longe das sedes das repartições diplomáticas. Na época, 22 seções foram abertas pela primeira vez.

Em fevereiro do ano passado, o Ministério das Relações Exteriores pediu às embaixadas e consulados que avaliassem a experiência levando em consideração:

— o número de seções eleitorais que funcionaram fora da sede;

— o número de eleitores cadastrados e seu comparecimento em cada pleito e em cada seção;

— o número de funcionários e demais pessoas (voluntários, mesários etc.) envolvidos na organização e realização das eleições em cada seção eleitoral;

— os custos para a realização de cada pleito nas seções fora da sede;

— as dificuldades encontradas para a montagem de seções eleitorais fora da sede (logística, organização, instalação etc.);

— a repercussão da abertura de seções eleitorais fora da sede junto à comunidade (grau de satisfação, elogios, críticas etc.).

Segundo o Itamaraty, as respostas foram diversas, sendo que "a iniciativa foi avaliada favoravelmente em 17 locais de votação", mas negativamente em 16.

O brasileiro que está fora do Brasil só vota para presidente da República. No total, segundo dados do TSE, eles vão poder exercer o direito em 181 cidades de 132 países.

Só pode votar o eleitor que pediu a transferência do domicílio eleitoral do Brasil para o exterior. O prazo terminou em 4 de maio.

A votação fora dos limites territoriais do Brasil é organizada pelo TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal) em conjunto com consulados e embaixadas. (Sarah Teófilo)

 
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