Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

Você daria um Título de Cidadão a Jair Bolsonaro?



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

Leia Mais

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
Enviado por Jair Onofre - 11.03.2013 09:53h
Artigo

América Latina: Hugo Chávez e o fosco discurso das elites

 
Ontem, ao acordar pela manhã, ouvi uma frase que me levou a refletir. O repórter, Jorge Pontual, da Globo News, dizia: “Vocês não imaginam o que é viver num país governado por um tirano”. O contexto da frase era mais extenso mas, a essência era, mais ou menos, isso, como se nós, aqui no Brasil, na América Latina, jamais tivéssemos vivido situações de domínio de tiranos.
 
Sei que muitos passos ainda haverão de ser dados na Venezuela, sei que Cuba não vive um processo democrático como o nosso, e que ainda resta muito a fazer naquele país. Mas, dizer que não conhecemos o que é viver sob a tirania, dito por aquele repórter, como algo inusitado, me pareceu ser um interesse em se desfazer da memória desse País. É lembrarmos do Golpe Militar de 1964 e, tantas outras épocas, tivemos pelo menos uns quatro momentos ditatoriais por demais efusivos na nossa história, para saber do que estou falando. Sem nenhuma dúvida essa foi uma tentativa de fazer com que esses momentos fossem esquecidos.
 
Nasci no dia 31 de março de 1964 e, por ironia do destino, minha mãe me registrou no dia 30, dia que acabou sendo também do nascimento da minha segunda filha Luiza. Sou filho desse processo que vivemos, do Brasil da ditadura e do Brasil democrático.
 
Nos anos 80 tive a alegria de estar na Universidade Federal da Bahia cursando Física, e logo depois Direito, e vivi o instante em que o Brasil buscava os ares da democracia e lutava por Diretas . Vi de perto o que foi a luta contra o Regime Totalitário quando era estudante de segundo grau. Sei o quanto sofremos em 20 anos de ditadura neste País e sei quem foram os grandes beneficiados desse processo, são os mesmos que hoje passam horas na televisão execrando a imagem de Hugo Chávez, de Fidel e de qualquer um daqueles que representaram na América Latina a luta contra as elites dominantes. Elites carcomidas que, dominaram o Brasil por quase 500 anos, um domínio cego e sem o interesse da inclusão social e da democracia do povo para o povo.
 
Vivemos no Brasil e enfrentamos diariamente situações que nos coloca no caminho de uma democracia com muito mais conforto e inclusão social. Mas, não podemos deixar de registrar, nesse momento, o papel que Hugo Chávez exerceu na Venezuela quando tirou das mãos da elite o domínio daquele País e buscou a inclusão social e a divisão de riquezas.
 
Claro que ainda falta muito para que a Venezuela tenha um avanço no processo democrático como avançamos aqui no Brasil. Contudo, o falecimento de Hugo Chávez faz ressurgir o debate sobre a grande disputa do século, que é a disputa da classe dominante, da elite que pensa apenas na sua casta e daqueles que defendem os interesses populares.
 
Que vivam para sempre os ideais da liberdade! Que vivam para sempre os caminhos da busca pela democracia! E que frases, como as de Jorge Pontual, não apaguem da memória dos brasileiros, dos latinos, o que é estar sob os Regimes Totalitários de uma elite dominante que busca se eternizar no poder.
 
Viva a Democracia! Mas, antes de tudo, viva a liberdade e a inclusão social! Porque sem estas a Democracia será uma paisagem.
 
Autor: deputado Neto (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia
 
Comente Ler Comentários (2)
 
 

Comentários:

 
RICARDO escreveu:
cuba vive um processo democratico ... é demais para esses defensores da tirania bolivariana que engana as classes mais ignorantes com esmolas governamentais
 
MOntenegro escreveu:
Viva a democracia sim, a democracia que os elegeu e não a democracia que vocês querem a força implantar e que lhes dá plenos poderes e limita os nossos direitos de cidadãos. Não a "democracia" da Venezuela ou Cuba, tampouco a meio termo que vocês implantaram no Brasil cujos fins são igualmente ditatoriais. E quanto à inclusão social de vocês ela é fantasiosa, utópica e escandalosamente depreciativa a nós brasileiros de média e baixa renda pois nos escraviza. E de tão politiqueira que é só favorece a vocês.
 
 

Comente:

 

Nome:

Comentário:

 
 

 

 
 
 
 


 
 
 
 
Facebook
 
 
 
BAN CAF CULTURA
 
Livro do jornalista Jnio Rego
 
Pazzi Povo FM
 
Iau - cavalgada
 
 
TWITTER
 
LUCY REGE
 
 

2019

2018

2017

 
    Bahia na Política © Todos os direitos reservados.
www.bahianapolitica.com.br E-mail: contato@bahianapolitica.com.br
RSS
by M9 Design e Tacitus Tecnologia