Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 30.09.2022 15:00h
Congresso Nacional

Eleições 2022: Partidos esperam aumentar bancadas no Congresso em até 237% após eleições

 

Partidos políticos têm expectativa de aumentar as atuais bancadas no Congresso Nacional em até 237,5% após as eleições do próximo domingo (2), aponta levantamento feito pela CNN Brasil junto a siglas com representação no Parlamento. (Foto ilustração)

Há cálculos mais pessimistas e otimistas dos partidos para as bancadas que devem eleger à Câmara. A sigla que prevê o maior aumento percentual em relação à atual bancada é o Podemos, de até 237,5%. Isso porque, em 12 de agosto deste ano, o partido contava com oito deputado federais. Num cenário mais positivo, prevê conseguir eleger 27 deputados. Já no mais negativo, prevê a eleição de 19 deputados, o que ainda representaria um aumento de 137,5%. A data de 12 de agosto foi escolhida pela reportagem por ter sido a sexta-feira imediatamente anterior ao início oficial da campanha eleitoral, iniciada quatro dias depois.

O Patriota contava com cinco deputados federais em 12 de agosto. A previsão informada à reportagem é que consiga eleger entre 9 a 12 deputados federais, o que equivale a um aumento de 80% a 140%. O Novo conta com uma bancada de oito deputados. Agora busca dobrá-la e passar a contar com 16 deputados, aumento de 100%. É o mesmo percentual esperado pelo PV, que quer passar de 4 a 8 deputados. O PDT também sonha grande. Quer aumentar a bancada em até 110,5%, passando de 19 para até 40 deputados.

Já o PSC e o PSOL informaram querer passar de 8 para 15 deputados, cada – aumento de 87,5%. O PT – maior partido de oposição do país e sigla do presidenciável líder das pesquisas de intenção de voto, Luiz Inácio Lula da Silva – tem a expectativa de eleger entre 75 e 80 deputados federais, em comparação com os 56 em agosto. Os números representam um aumento de 33,9% a 42,8%.

O PL – partido do presidente da República e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro – foi o único partido que informou ter a expectativa de, em princípio, formar uma bancada menor do que a atual, de 77 deputados, a maior da Câmara em 12 de agosto. Afirmou prever eleger entre 70 a 75 parlamentares na Câmara. Ou seja, ter uma bancada até 9% menor. Lembrando que o PL aumentou a bancada em 2022 devido a janela partidária, que permitiu a migração de partido pelos parlamentares antes das eleições. Logo, a bancada atual de mais de 77 deputados não corresponde a eleição em 2018.

O União Brasil, dono de uma das maiores bancadas da Casa após a fusão entre PSL e DEM, com 51 deputados, espera eleger ao menos 60 deputados, aumento mínimo de 19,6%. O MDB informou ter a expectativa de crescer até 35,1% na Câmara: de 37 para até 50 deputados. Percentual similar tem o PSD: de 47 para 60 deputados – aumento de 27,6%. Não informaram as respectivas expectativas os partidos Republicanos, PSB, PSDB, PCdoB, Solidariedade, Cidadania e Rede. Procurados pela reportagem, não retornaram os partidos PP, Avante, Pros e PTB.

Diante desse cenário, o cientista político e professor Valdir Pucci avalia que a lógica é de que partidos grandes permaneçam influentes e de que partidos pequenos tendem a não entrar na Câmara ou simplesmente desaparecer, o que para ele não fere a democracia brasileira.

“A democracia se constrói assim. Em vários países se adota esse mesmo modelo onde se dá força aos grandes partidos em detrimento aos menores ou sem representatividade. A grande questão é a representatividade de um partido político. Quanto maior a representatividade que tiver, mais forte será dentro desse estado”, avalia Pucci.

O mandato de deputado federal dura quatro anos. Portanto, os partidos precisam formar uma bancada na Câmara dos Deputados do zero a cada eleição geral, como a deste ano. A Câmara é composta por 513 deputados, dos quais nem todos vão tentar a reeleição.Expectativas dos partidos para o SenadoNo Senado, a expectativa dos partidos atualmente com as maiores bancadas, como MDB e PSD, é manter, pelo menos, cerca de 11 a 15 representantes, enquanto partidos menores que não contam com senadores pretendem eleger ao menos um parlamentar na Casa. Por exemplo, Novo, PV e PSOL.

É importante destacar que somente um terço dos senadores chega ao fim do mandato no início do ano que vem. Portanto, a quantidade de senadores nas bancadas atuais tentando a reeleição é variada. Para um candidato ao Senado ser eleito, é preciso apenas ser mais votado do que os concorrentes, não tendo que chegar a 50% mais um dos votos válidos.

União Brasil e PT, que em 12 de agosto contavam com sete senadores, pretendem incrementar as atuais bancadas para chegarem a 12 parlamentares na Casa, no mínimo. O PL, também com sete senadores, busca ficar nessa faixa para cima.

O Podemos deve manter sete dos atuais oito senadores por causa da continuidade dos mandatos e espera reeleger Álvaro Dias (PR). Se reeleito, a bancada tende a se manter em igual número após as eleições.

Para Leandro Gabiati, doutor em ciência política e diretor da Dominium Consultoria, também há uma expectativa dos partidos maiores se beneficiarem no Senado, pois não houve mudança de regras para eleição majoritária, como houve na Câmara dos Deputados. Logo, diz, não deve haver grande renovação na Casa.

“Aqueles candidatos que são mais conhecidos, que já têm uma trajetória, são os que eventualmente têm chance de conseguir a reeleição, ou então aquelas que já são figuras importantes nos seus estados”, diz Gabiati.

Ainda segundo o cientista político, a tendência pode ser uma oportunidade para as figuras políticas vinculadas a partidos mais tradicionais como MDB, PSD, PT, PP e PL, ao contrário de 2018, em que houve forte renovação no Congresso.

“Em 2018 foi uma eleição muito especial, com espírito de mudança muito grande, e deu espaço a diversos candidatos novos, que pouca gente conhecia. Por exemplo, militares e membros da polícia militar, que eventualmente vieram por partidos menores, e que ganharam um espaço. Esse fenômeno não se repete nesta eleição,” avalia Leandro Gabiati.

Já o mandato de senadores é de oito anos, então, a cada pleito são eleitos um ou dois representantes para a Casa, composta por 81 parlamentares. Nesta eleição, um terço das cadeiras está em jogo e os candidatos disputam somente uma vaga por Estado. (Luciana Amaral)

 
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