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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 19.03.2013 10:40h
Desabafo

Minha família e a Lei Seca

 
Como mãe de família, esposa, mãe de três filhos, quero agradecer com a mais sinceridade do meu espírito às autoridades que criaram e as que mantém a chamada Lei Seca de forma ostensiva nas ruas, ajudando a salvar vidas de motoristas e de pedestres.
 
Mas, muito mais do que isto, agradecer porque estão ajudando a resgatar o lar, o tão sagrado lar, a célula mater da sociedade, que é a família. Na minha casa, depois da aprovação e execução desta Lei Seca, tenho presenciado como nos fortalecemos, eu, o meu marido e os meus filhos. Meu marido, um homem honesto e trabalhador, agora menos frequente no bar, tem nos dedicado mais tempo, estando mais presente em casa. Não que ele fosse um beberrão, um alcoólatra, nada disso. Porém, está mais presente, ao ponto do nosso filho, de 17 anos, que costumava passar grande parte do tempo com pessoas que sequer eu conhecia, também estar mais em casa, ora conversando com o pai, ora jogando xadrez ou perguntando coisas da vida, pois o pai está mais presente, mais em casa, preocupado com a família.
 
A consequência positiva da Lei Seca para a nossa família, e acredito que também para outras famílias, é bem maior. Meu marido costumava deixar pelo menos R$ 30,00 por dia nos bares, o que equivale a quase R$ 900,00 por mês (para nossa renda familiar, uma fortuna). Agora, para março, pela projeção das contas que fizemos, não ficaremos no vermelho, inclusive após pagar a mensalidade escolar dos nossos filhos. UMA GRANDE CONQUISTA, SOMADA AO AMOR DA FAMÍLIA.
 
Sei que os donos de bares estão revoltados, mas é preciso ponderação sobre ganhar dinheiro em cima do prejuízo alheio, principalmente quando o alheio é o bem-estar da família. Nossa família não pode pagar um táxi todos os dias para irmos nos divertir, mas sei que muitos aqui mesmo em Feira de Santana podem; mas, preferem reclamar a se prevenir em evitar um acidente, ou quem sabe, tirar a vida de inocentes no trânsito.
 
Conheço uma mulher que está colhendo frutos ainda maiores: o marido não a está agredindo fisicamente como fazia antes da Lei Seca. Muitos problemas da família dela permanecem, mas existem resultados satisfatórios.
 
Quero conclamar a imprensa e a sociedade a lutar pela permanência da Lei Seca. Sei que temos uma questão cultural muito profunda, que é o beber, o beber como uma coisa natural, o que não é. O álcool é mais uma droga como tantas outras, responsável por lares desfeitos, por assassinatos no trânsito, por empresas falidas, por todos os tipos de desgraças.
 
E dizer que uma “latinha de cerveja” não tira o reflexo de um freio, é ledo engano. Tira, sim, e a vítima pode ser o seu filho inocente que brinca na rua, um parente próximo, um amigo.
 
Às autoridades, façam o seu trabalho, não se deixem levar por pressões e interesses de pessoas que visam o lucro, que não respeitam a vida.
 
Carla Xavier Viana
 
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Comentários:

 
Leila Lima escreveu:
Muito bem colocado a maneira como a bebida interfere negativamente a vida das mais diversas famílias, financeiramente, emocionalmente entre outros aspectos. Que esses PAIS, passem a valorizar mais a família, o amor, os momentos que podem passar juntos, e percebam o quanto perdem, trocando esses momentos de felicidade, amor e carinho verdadeiros por uma mesa de bar...
 
 

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