Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 30.12.2022 11:06h
Ministra do Planejamento

Simone Tebet mira revisão do Orçamento e reforça ter mesmo "DNA" de Haddad

 

O gesto foi simbólico. Quando o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o nome da senadora Simone Tebet (MDB-MS-Foto) para o Ministério do Planejamento e Orçamento, ela foi até onde estava o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o chamou para tirar a foto junto com o presidente eleito.

"Somos de origem libanesa. Não tem como dar errado", disse logo a futura ministra e presidenciável, que escolheu usar no anúncio dos novos ministros uma camisa vermelha - cor símbolo do PT.

Foi a primeira fala após a cerimônia, que marcou a divulgação dos nomes dos últimos ministros do novo governo. Uma preocupação de marcar posição de que podem trabalhar juntos, apesar das diferenças. "Nós já começamos com três identidades: somos professores universitários, ele tem parentes no meu Estado (Mato Grosso do Sul) que são amigos em comum. E ele me deu a terceira: somos de origem libanesa. Então, não tem como dar errado."

Assim como Tebet, a família de Haddad é de imigrantes libaneses. Se o "DNA" libanês é semelhante, o mesmo não se pode dizer do pensamento econômico. São diferentes. Por isso, a expectativa que se criou no mercado de que Tebet, junto com Geraldo Alckmin, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, funcionem como um anteparo a medidas heterodoxas que possam ser adotadas pelo time de Haddad, na Fazenda, e Aloizio Mercadante, que vai comandar o BNDES. Sua habilidade de ponderação, reconhecida por seus interlocutores, afasta, ao menos no início do governo, críticas públicas.

Tebet defendeu o teto de gastos, a regra que limita o crescimento das despesas à inflação, mas é política. Não chega a ser uma fiscalista ferrenha - tanto que teve divergências com seu time na campanha em relação às promessas assumidas que aumentavam gastos. Mas tem a noção da importância do ajuste das contas públicas e da sinalização de sustentabilidade da dívida pública no médio e longo prazos. Vai trabalhar para isso.

A senadora não era a opção de Haddad no Planejamento, que preferia um governador. O Planejamento não era o desejo dela na Esplanada. Os dois, porém, já acertaram que trabalharão juntos na implementação de uma política efetiva de avaliação de gastos ("spending review", no termo em inglês) em dobradinha com um regra fiscal que dê previsibilidade para as contas públicas, como antecipou o Estadão. (exame)

 
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