Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 30.12.2022 14:00h
Futuro presidente da Petrobras,

Jean Paul Prates diz que política de preços dos combustíveis é "assunto de governo"

 

O futuro presidente da Petrobras, senador Jean Paul Prates (PT-RN-Foto), disse ao blog que a política de preços dos combustíveis é "assunto de governo, e não apenas de uma empresa de mercado."

O nome do parlamentar como novo chefe da Petrobras foi confirmado ao blog pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann. O anúncio oficial deve ocorrer nesta sexta-feira (30).

"A Petrobras se ajustará às diretrizes que o governo, tanto como governo quanto como acionista majoritário, determinar. Mas certamente todos neste processo irão levar em conta a conciliação entre ter vantagem de se produzir petróleo e combustíveis no Brasil e o retorno do investimento de acionistas e parceiros", afirmou Prates.

Hoje, ao definir o valor de venda do diesel e da gasolina para as distribuidoras, a Petrobras segue o Preço de Paridade Internacional (PPI), que consiste em seguir o preço de comercialização desses combustíveis no resto do mundo.

Esse método, criticado tanto pelo atual governo como pelo futuro – na campanha, Lula disse que 'não posso enriquecer o acionista e empobrecer a dona de casa – foi adotado em 2016, durante o governo Michel Temer (MDB).

Até então, os preços eram definidos pelo governo e, para conter a inflação, a Petrobras vendia gasolina e diesel a preços abaixo do mercado.

O preço dos combustíveis está entre os primeiros desafios que Lula vai enfrentar ao assumir o governo, daqui a dois dias. Isso porque os ia suspensão de impostos federais, criada por Bolsonaro para tentar ganhar a eleição, deixa de valer no sábado (31). A estimativa do Centro Brasileiro de Infraestrutura é que o impacto para o consumidor vai ser de R$ 0,69 por litro na gasolina, R$ 0,26 no etanol e R$ 0,33 no diesel.

Transição energética

O futuro presidente da Petrobras disse também que sua prioridade à frente da Petrobras é construir caminhos para a transição energética da empresa", sem descuidar das atividades petrolíferas.

"Vamos viver alguns meses iniciais acessando todas as situações de cada unidade da empresa e construiremos um plano realista e profícuo para a empresa neste sentido", afirma Prates. (g1)

 
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