Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 28.02.2023 06:00h
Governo Federal

Governo analisa nesta terça contraproposta de reajuste salarial apresentada por servidores

 

O governo federal se reúne na tarde desta terça-feira (28) com entidades que representam servidores públicos do Executivo para discutir a contraproposta de aumento salarial apresentada pelos funcionários. Na semana passada, os servidores da União rejeitaram a recomposição de 7,8% sugerida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pediram um reajuste de 13,5%. (Foto ilustração: Esplanada dos Ministérios)

O Orçamento deste ano reserva R$ 11,2 bilhões para que o governo gaste com o aumento dos funcionários do Executivo federal. As associações de servidores acreditam que esse valor é suficiente para que eles recebam os 13,5% pleiteados, mas o governo deve contestar o percentual apresentado pois pretende incluir dentro da verba disponível os custos para reajustar o vale-alimentação da classe.

A proposta inicial formulada pela gestão de Lula previa, além de uma recomposição de 7,8% nos salários, aumentar o benefício alimentar em R$ 200, passando os atuais R$ 458 para R$ 658. A alta seria de 43,6%.

No entanto, o Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas do Estado (Fonacate), que representa os servidores nas negociações com o governo, defende que os R$ 11,2 bilhões sejam usados apenas para reajustar os salários dos servidores e que o Executivo busque outras fontes para aumentar o valor do vale-alimentação.


Nas contas da entidade, o governo precisaria de mais R$ 1,4 bilhão para resolver a equação. Presidente do Fonacate, Rudinei Marques diz que “é possível chegar aos 13,5% sem representar nenhum tipo de sangria nas contas públicas”.

“Hoje, a União está com o menor gasto de pessoal em relação ao PIB das últimas duas décadas. Nos últimos anos, tivemos uma média de aposentadoria superior a 20 mil servidores e uma reposição que não chegou a 30%. O governo economizou congelando salários e não respondo pessoal. Por isso, consideramos que há folga no Orçamento para chegar aos 13,5%”, afirma.

“O governo pode suplementar essa verba de R$ 11,2 bilhões. Em um Orçamento que tem R$ 2 trilhões de despesas primárias, não é difícil encontrar mais R$ 1 bilhão ou R$ 2 bilhões para dar um reajuste um pouco mais expressivo do que os valores consignados no Orçamento”, acrescenta Marques.

A gestão de Lula se comprometeu a pagar o novo salário aos servidores a partir de março. No entanto, como o mês começa já nesta quarta-feira (1º) e ainda não há consenso sobre qual será o reajuste, os servidores acreditam que a recomposição deve ser adiada. "É do nosso interesse elevar o percentual. Quanto mais a gente conseguir, melhor. Isso é mais vantajoso do que antecipar um reajuste com um percentual menor”, diz Marques.

A reunião dos servidores com o governo será realizada no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Outro pedido da classe para o Executivo é que, até 2026, o valor do vale-alimentação dos servidores do Executivo seja equivalente ao que é pago a funcionários públicos do Legislativo e do Judiciário, que recebem, respectivamente, R$ 1.300 e R$ 1.150. (Augusto Fernandes)

 
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