Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 28.02.2023 12:50h
Economua do Setor Público

Setor público consolidado registra superávit de R$ 99 bilhões em janeiro, diz BC

 

O setor publico consolidado, que engloba os governos regionais, federal, e empresas estatais, registrou um superávit de R$ 99 bilhões em janeiro de 2023, segundo o Banco Central (BC). O resultado é inferior ao superávit de R$ 101,8 bilhões registrados em janeiro de 2022. (Foto ilustração)

De acordo com a nota divulgada nesta terça-feira (28), o resultado veio após um superávit de R$ 79,4 bilhões nas contas do governo central, um superávit de R$ 21,8 bilhões nas contas dos governos estaduais e municipais, e um déficit de R$ 2,2 bilhões nas empresas estatais.

“Em doze meses, o setor público consolidado obteve superávit de R$123,2 bilhões, equivalente a 1,24% do PIB e 0,04 ponto percentual inferior ao superávit registrado em 2022.”, aponta o Banco Central.

Redução na dívida bruta

A Divida Bruta do Governo Geral (DBGG), que compreende governo federal, INSS e governos estaduais e municipais, registrou uma redução de 0,3 ponto percentual em janeiro, em relação a dezembro de 2022. Segundo o BC, a DBGG chegou a R$ 7,3 trilhões, atingindo 73,1% do PIB.

“Essa evolução no mês decorreu, principalmente, do efeito da variação do PIB nominal (redução de 0,6 p.p.), dos resgates líquidos de dívida (redução de 0,3 p.p.), do efeito da valorização cambial (redução de 0,1 p.p.) e dos juros nominais apropriados (aumento de 0,7 p.p.)”, disse o BC.

Juros nominais

Os juros nominais do setor público consolidado somaram R$ 52,3 bilhões em janeiro de 2023, frente aos R$ 17,8 bilhões registrados em janeiro de 2022.

Segundo o BC, o que contribuiu para esse aumento foi o ganho de R$ 31,9 bilhões em janeiro de 2022 e de R$ 16,1 bilhões em janeiro de 2023 das operações de swap cambial, e a elevação da taxa Selic no período. (Elis Barreto)

 
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