Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 29.04.2023 05:30h
Vandalismo em Brasília

Documentos sigilosos mostram que Abin alertou sobre possibilidade de invasão em 8 de janeiro

 

Relatórios mostram que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) enviou uma série de alertas, via mensagem no celular, sobre a possibilidade de uma invasão nos prédios da praça dos três poderes no dia 8 de janeiro. (Foto ilustração)

Segundo documentos sigilosos revelados pelo jornal Folha de S. Paulo, os alertas foram distribuídos por mensagem para a cúpula de 14 órgãos ligados ao sistema brasileiro de inteligência, incluindo disparos para o telefone do então ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Gonçalves Dias.

Em nota, a defesa do general Gonçalves Dias disse que ele não foi alertado por nenhuma agência ou órgão oficial antes dos atos de 8 de janeiro. O Ministério da Justiça e Segurança Pública também informou que nenhum dirigente da nova gestão foi convidado a entrar no grupo de mensagens gerenciado pela Abin para receber relatórios.

O envio dessas mensagens foi criticado pelo ministro interino do GSI. Pelas redes sociais, Ricardo Cappelli disse não ser adequado que informes de inteligência confidenciais de um país sejam repassados através de um aplicativo de mensagem de uma empresa privada de uma nação estrangeira. Cappelli também esclareceu que não se trata de xenofobismo nem conspiracionismo. "Estamos tratando de soberania nacional", disse.

Os alertas

Foram ao menos dez alertas em três dias. O primeiro deles, em 6 de janeiro, sexta-feira à noite, indicava que a perspectiva de adesão até aquele momento era baixa, mas já citava o risco de ações violentas contra edifícios públicos e autoridades, além de manifestantes com acesso a armas e a intenção de invadir o congresso.

No sábado, dia 7, o primeiro informe foi às 10h30 e apontava convocações para ações violentas e tentativas de ocupações de prédios públicos. Ao meio dia, outro alerta.

No domingo, dia dos ataques, foram sete alertas entre as 8h53 e 14h45. Eles falavam sobre a chegada de mais ônibus em Brasília, caminhada até a esplanada, ocupações de prédios públicos e ações violentas. A Abin citou ainda relatos dos manifestantes de que as forças de segurança não iriam confrontá-los. (uol)

 
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