Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 29.04.2023 06:20h
Agronegócio

BB retira patrocínio da Agrishow após "desconvite" a ministro da Agricultura

 

O Banco do Brasil irá retirar o patrocínio da Agrishow, o maior evento agrícola do País. A informação foi confirmada ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta. (Foto ilustração)

A decisão ocorre após a organização da feira ter aconselhado o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, a participar do segundo dia da feira e alertá-lo sobre a eventual presença do ex-presidente Jair Bolsonaro na abertura da feira, segunda-feira, dia 1º.

Como mostrou o Estadão, a presença de Bolsonaro na feira e as invasões de terras produtivas pelo Movimento dos Sem Terra (MST) afastaram o governo Lula da Agrishow.

"Descortesia e mudança de caráter de um evento institucional de promoção do agronegócio para um evento de características políticas e ideológicas. Ou é uma feira de negócios plural e apartidária ou não pode ter patrocínio público", disse o ministro-chefe da Secom.

Paulo Pimenta disse à reportagem que não sabia se a organização da feira já havia sido informada. Ele afirmou que o banco estará na feira mesmo com a retirada do patrocínio. Procurada, a Agrishow afirma que ainda não foi comunicada oficialmente da retirada do patrocínio.

O ministro afirmou, porém, que o banco estará na feira mesmo com a retirada do patrocínio. Mais cedo, o Banco do Brasil informou que pretende desembolsar R$ 1,5 bilhão em negócios durante a feira. A presidente do BB, Taciana Medeiros, não irá mais ao evento após o cancelamento do patrocínio, apurou o Broadcast.

A organização da Agrishow nega que tenha retirado o convite ao ministro e diz que se tratou de um "alerta" para evitar eventual constrangimento. A atitude da Agrishow foi vista, além de uma "descortesia", como uma provocação do evento ao governo federal e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, priorizando a oposição no palco.

Fávaro afirmou que foi "desconvidado" da abertura da feira após ter sido informado pelos organizadores que Bolsonaro estaria presente. "Eu fui desconvidado, talvez para evitar algum mal-estar. Foi pedido se não seria melhor eu ir no dia 2. Eu entendi o recado, compreendo. Em outra oportunidade, eu visito o Agrishow com muito carinho. Tudo no seu tempo", disse Fávaro à CNN Brasil na quarta-feira, 26. Pela primeira vez, não haverá um representante do governo federal na abertura da feira.

Até a tarde desta quinta-feira, 27, o presidente da Agrishow, Francisco Maturro, tentava demover o ministro da desistência, pessoalmente e por meio de interlocutores. Ele garantiu a Fávaro que apenas autoridades ocupariam o palco de abertura, o que incluía o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas excluiria Bolsonaro.

Antes da confirmação de que banco retiraria o patrocínio, o ministro dos Portos e Aeroportos, Márcio França, havia sugerido que o governo federal boicotasse a feira.

Ex-chefe da Comunicação no governo Bolsonaro, Fabio Wajngarten afirmou, no Twitter, que "publicidade e os patrocínios do Banco do Brasil são independentes" e que a "Secom não pode interferir." (Agência Estado)

 
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