Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 31.07.2023 15:20h
Ministério da Gestão e da Inovação

Servidores públicos não serão obrigados a bater ponto e terão novas regras para home office

 

Nesta segunda-feira, 31, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou novas regras para o Programa de Gestão e Desempenho (PGD) da Administração Pública Federal. A medida traz novos critérios para o home office e não obrigatoriedade de bater o ponto para servidores públicos. O objetivo da iniciativa é “promover a gestão orientada a resultados, estimulando a cultura de planejamento institucional, otimizando a gestão de recursos públicos”. A nova norma afirma que só poderão ingressar na modalidade de trabalho à distância aqueles que já tenham cumprido um ano de estágio probatório. Além disso, servidores que estão na modalidade presencial não poderão se movimentar para outro órgão diretamente na modalidade teletrabalho; será necessário cumprir um período de seis meses no novo órgão na modalidade presencial. O governo também irá implementar a substituição do controle de frequência pelo controle de produtividade baseado em resultados. Dessa forma, os servidores não precisarão mais bater ponto e fazer registro de controle de frequência e assiduidade. (Foto ilustração: Esplanada dos Ministérios)

As regras só valem para servidores que aderirem ao Programa de Gestão e Desempenho. Podem participar servidores públicos ocupantes de cargo efetivo e em comissão; empregados públicos em exercício na administração pública federal direta, autárquica e fundacional; contratados por tempo determinado e estagiários. A autorização para instituição do PGD deve ser realizada por ato dos ministros e ministras de Estado, dos dirigentes máximos dos órgãos diretamente subordinados ao presidente da República e das autoridades máximas das entidades. O prazo de adaptação dessas novas regras é de doze meses. (Jovenpam)

 
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