Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 27.11.2023 10:40h
Brasil

Economistas voltam a reduzir previsão para inflação e PIB neste ano

 

Os economistas voltaram a reduzir a previsão para a inflação e o crescimento econômico do Brasil neste ano. Segundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (27), o mercado diminuiu pela terceira semana seguida a expectativa para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). (Foto ilustração)

Agora, os analistas acreditam que o aumento de preços será de 4,53%, uma queda de 0,02 ponto percentual em relação à semana anterior. Já para os três próximos anos, a previsão permanece em 3,91% (2024) e 3,5% (2025 e 2026).

O centro da meta oficial para a inflação em 2023 é de 3,25% e para 2024, 2025 e 2026 é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Ao mesmo tempo, o mercado também espera um PIB (Produto Interno Bruto) menor de 2,84%, redução de 0,01 ponto percentual. É a segunda semana consecutiva que os economistas ouvidos pelo Banco Central diminuem a expectativa. Assim como a inflação, a previsão do crescimento econômico foi mantida para 2024 (1,5%), 2025 (1,93%) e 2026 (2%).

Nos outros principais índices, não houve alteração na taxa básica de juros, a Selic, para este ano (11,75%) e os próximos três anos: 9,25% (2024), 8,75% (2025) e 8,5 (2026).

O dólar também foi mantido em R$ 5 (2023), R$ 5,05 (2024), R$ 5,10 (2025) e R$ 5,18 (2026). (Fernando Narazaki)
 

 
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