Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 28.11.2023 08:40h
Feira de Santana

Jornalistas negros apresentaram na Uefs experiências e vivências

 

Profissionais da imprensa, estudantes de jornalismo e interessados no tema se reuniram na noite da última sexta-feira (24) na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) para ouvir experiências, relatos e vivências de três jornalistas negros que atuam na Bahia, no Rio Grande do Norte e em Brasília. A palestra "Quando negras e negros fazem e são notícia: contextos e realidades étnico-raciais na construção da informação" foi promovida pela Assessoria de Comunicação da Uefs (Ascom) e faz parte da programação do Novembro Negro da instituição. (Foto ilustração)

Participaram da palestra os jornalistas Milena Teixeira, repórter da rádio CBN em Brasília, João França, produtor de rádio compondo a bancada do programa Altos Papos na rádio Princesa FM em Feira de Santana e Paulo Nascimento, assessor de imprensa no Rio Grande do Norte e colaborador do Intercept Brasil. A mesa foi coordenada pela Assessora de Comunicação da Uefs, Daniele Brito. O público interagiu fazendo perguntas aos palestrantes e trazendo histórias próprias.

A jornalista Milena Teixeira, formada pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), com passagens pelas redações do Correio*, A Tarde, Estadão, GloboNews e BandNews FM, destacou a importância da diversidade nas redações para a construção das notícias. "Os jornalistas negros precisam ter legitimidade, além da diversidade. Como seria diferente se na equipe da Folha de S. Paulo, por exemplo, tivesse um repórter negro porque jornalismo também é vivência, não é só o dado, o fato ou aquele acontecimento político. Também alimenta o que a gente viveu, o que a gente passou".

Abordando experiências próprias e trazendo exemplos do jornalismo potiguar, Paulo Nascimento ainda apresentou o resultado de uma pesquisa com recorte racial feita nas três maiores redações de jornais impressos do Brasil e publicada pela jornalista Cecília Oliveira. "São as pessoas, basicamente, que pautam o debate de tudo nesse país. No Estadão, de toda a equipe editorial, que é quem comanda, quem dá o norte de tudo que vai sair ou não vai sair no jornal, não tem nenhum preto ou pardo. Na Folha de S. Paulo, das 409 pessoas que fazem parte da redação, do chão de fábrica, 5% são pretos e 5% são pardos, e no O Globo temos 13% de pretos e 9% de pardos".

Para João França, "o principal desafio de nós comunicadores é conseguir dialogar com a audiência para dizer o óbvio". O jornalista, mestrando em Comunicação, Mídia e Formatos Narrativos (UFRB), com experiência no telejornalismo na TV Subaé e atualmente produtor de rádio, também falou sobre os desafios de emplacar pautas que abordem a diversidade. "A gente sai da faculdade, chega no veículo e quer dizer porque ali é um lugar de dizer mesmo, mas as estruturas já estão construídas para determinados iniciamentos", afirmou.

A vice-reitora da Uefs, Eva Carvalho, participou do evento. "Quando a gente faz evento para falar de assuntos e interesse da sociedade é muito comum que as pessoas negras sejam convidadas, excepcionalmente, para falar da discriminação, negritude e racismo, como se elas só soubessem destes temas. Então, um evento em que a comunicação entra em pauta e que os nossos convidados e convidadas vão falar de suas experiências e competências, colocadas assim dentro da humanidade, é uma grande missão dentro da nossa academia", disse.

Também estiveram presentes as pró-reitoras de Políticas Afirmativas e Assuntos Estudantis (Propaae), Sandra Nivia Soares, e de Ensino de Graduação (Prograd), Silvia Passos, e a diretora do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas (DCIS), Ione Cruz, além de professores, servidores técnico-administrativos e estudantes da Uefs. O Novembro Negro da Uefs 2023 tem como tema "Pelo Bem Viver da População Negra". As atividades, coordenadas pela Propaae, seguem até 30 de novembro com programação variada no campus universitário. (Ascom/Uefs)             

 
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