Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 04.12.2023 05:15h
Países exportadores de Petróleo

Lula diz que não há contradição em Brasil fazer parte da Opep+

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-Foto) disse que não vê contradição em que o Brasil passe a aderir, em janeiro do ano que vem, à Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+), grupo expandido que agrega os 13 membros da Opep e mais dez países. O pronunciamento de Lula foi feito em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, antes de ele embarcar para a Alemanha, na manhã deste domingo (3). O governo recebeu duras críticas de organizações não governamentais ambientais por ter aceitado o convite dos membros da Opep de adesão ao grupo.

Para Lula, contudo, a participação do Brasil é uma forma de discutir o investimento de países ricos e que têm petróleo em nações pobres do continente africano, da América Latina e da Ásia. “Eles [países ricos da Opep] podem financiar o etanol, o biodiesel, a [energia] eólica e solar, e o hidrogênio verde”, afirmou o presidente.

“Eu acho que é participando desse fórum que a gente vai convencer as pessoas que uma parte dos recursos ganho com o petróleo deve ser investido para a gente ir anulando o petróleo e criando alternativas. É isso que nós vamos fazer e é muito importante. Não tem nenhuma contradição. O Brasil não será membro efetivo da OPEP nunca, porque nós não queremos. O que nós queremos é influir", declarou.

A medida, no entanto, não agradou aos ambientalistas. O diretor de programas do Greenpeace Brasil, Leandro Ramos, afirmou que o “Brasil diz uma coisa, mas faz outra na COP28”. É inaceitável que o mesmo país que afirma defender o objetivo de limitar o aquecimento global a 1,5°C anuncie agora sua aliança com o grupo dos maiores produtores de petróleo do mundo”, disse.

Representante da 450.org na América Latina, Peri Dias questionou se o Brasil pretende ser “um líder climático ou um Estado dependente de combustíveis fósseis“. “[O Brasil] não pode ser os dois ao mesmo tempo. Ele precisa pressionar firmemente pelo completo abandono do petróleo, gás e carvão no texto final da COP28”, afirmou.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, também na agenda do COP28 em Dubai, defendeu o ingresso do Brasil ao Opep+. Alinhado ao discurso de Lula, o ministro disse que a medida é uma oportunidade para o Brasil debater a transição energética em todo o mundo. (Agência Estado)

 
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