Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 04.12.2023 10:20h
Conflito no Oriente Médio

Tribunal Penal Internacional vai investigar crime de guerra em Gaza

 

Às vésperas de completar dois meses dos conflitos entre Israel e Hamas, o Tribunal Penal Internacional (TPI) emitiu um apelo para evitar o agravamento da situação e prometeu investigar crimes de guerra. O procurador-chefe do Tribunal Penal Internacional (TPI), Karim Khan, visitou a região, mas não esteve em Gaza porque Israel não integra o órgão judicial, e reiterou a preocupação com as vítimas de ambos os lados. (Foto ilustração)

"As acusações críveis de crimes de guerra durante este conflito devem ser alvo de um exame e investigação independentes", afirmou Khan, lembrando que o TPI investiga, desde 2021, supostos crimes de guerra nos territórios palestinos em decorrência de denúncias contra Israel, Hamas e outros grupos armados palestinos.

Khan ressaltou que há regras que devem ser obedecidas. "A forma como Israel responde a esses ataques deve respeitar as regras claras que regem os conflitos armados", afirmou ele, lembrando sobre as premissas que regem o direito internacional humanitário.

No terceiro dia após o fim da trégua, Israel intensificou os bombardeios disparou artilharia na Faixa de Gaza. Desde o início dos ataques, gerados a partir das ações do Hamas, em 7 de outubro, mais de 1.200 morreram e 240 foram feitas reféns do lado israelense. Segundo o grupo terrorista, cerca de 15.500 palestinos perderam a vida.

Tanto o Hamas como o grupo armado Jihad Islâmica confirmaram o lançamento de foguetes contra cidades israelenses, incluindo Tel Aviv, mas a maioria foi interceptada pelas forças de defesa aéreo israelense. O Reino Unido anunciou que pretende mandar voos de vigilância sobre Israel e Gaza para ajudar a localizar os sequestrados.

Sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o Pentágono informou que um navio de guerra do país - nomeado como USS Carney - e "várias" embarcações comerciais foram atacados no Mar Vermelho. O ataque teria começado por volta das 10h em Sanaa, Iêmen (4h em Brasília), e durado cerca de cinco horas, marcando uma escalada significativa em uma série de conflitos marítimos no Oriente Médio relacionados à guerra entre Israel e Hamas. (CB)

 
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