Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 10.02.2024 05:30h
Agronegócio

Exportação de café verde do Brasil sobe 45% e tem recorde para janeiro, diz Cecafé

 

A exportação de café verde do Brasil em janeiro aumentou 45,4% em relação ao mesmo período do ano passado, para 3,665 milhões de sacas de 60 kg, com o impulso dos embarques de grãos canéforas permitindo um recorde para o mês, afirmou nesta sexta-feira o conselho de exportadores Cecafé. (Foto ilustração)

Uma redução de estoques de café nos países do Hemisfério Norte também deu impulso aos embarques do Brasil, notou a entidade em nota, citando a quebra de safra de grãos em países como Vietnã e Indonésia.

"O robusta e o conilon (canéforas) brasileiros seguem muito competitivos no mercado mundial e vêm suprindo o déficit ocasionado por quebras de safras em importantes produtores, como Vietnã e Indonésia, primeiro e terceiro maiores produtores mundiais da variedade, respectivamente", disse o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira.

Ele citou que por conta da baixa oferta no Vietnã e Indonésia esses países aumentaram em 700% e em 19.130% suas importações de café brasileiro, sem detalhar, embora ambos tradicionalmente não sejam destinos relevantes do produto do Brasil.

Considerando todos os embarques, incluindo o produto solúvel e o torrado e moído, as exportações brasileiras atingiram 3,96 milhões de sacas, também novo recorde para meses de janeiro, superando a melhor marca até então para o mês registrada em 2021 (3,66 milhões de sacas).

As exportações de café verde da variedade canéfora atingiram 457,8 mil sacas, salto de mais de 500% na comparação com o mesmo mês do ano passado, com o Brasil aproveitando nos últimos meses o déficit na oferta do Vietnã e Indonésia.

Já a exportação de café arábica, a principal embarcada pelo Brasil, somou 3,2 milhões de sacas, avanço de 31% no comparativo anual.

O desempenho positivo dos embarques brasileiros também se deve ao fato de os principais parceiros comerciais do produto terem elevado suas compras no mês passado, disse o Cecafé.

"Nesta época do ano, vivemos o inverno no Hemisfério Norte e o consumo de café aumenta. Esse aspecto, alinhado a uma redução no nível de estoques cafeeiros na parte de cima do globo, faz com que, naturalmente, grandes consumidores importem mais café das origens produtoras", disse Ferreira.

No mês passado, a Alemanha assumiu a liderança do ranking dos principais destinos dos cafés do Brasil, importando 695.607 sacas, o que implica crescimento de 57,4% frente a janeiro de 2023 e equivale a 17,6% das exportações totais. Os Estados Unidos, com representatividade de 17,2%, adquiriram 682.952 sacas (+31,3%) e ocuparam o segundo lugar na tabela.

A China se consolidou como um dos principais parceiros dos cafés do Brasil e mantém o sexto lugar no ranking, posto que assumiu ao final do ano passado. Em janeiro, país asiático importou 168.761 sacas, ampliando em 153,9% o volume que adquiriu no primeiro mês de 2023.

O Cecafé disse que o recorde em janeiro foi alcançado apesar do cenário global de conflitos geopolíticos, que têm impactado o tráfego de navios no Mar Vermelho; da forte seca na região do Canal do Panamá, diminuindo o fluxo de embarcações; e da continuidade dos gargalos logísticos no Brasil.

"Até o momento, não tivemos impacto concreto nos embarques de café do Brasil, mas temos ciência que, se permanecerem os ataques na ligação entre o norte da África e o Oriente Médio, assim como a falta de chuvas na América Central, certamente a elevação nos custos dos fretes ou a escassez de embarcações poderá complicar ainda mais o cenário no Brasil", afirmou ele.

Ele lembrou que os exportadores já têm se deparado com alta nos custos devido a constantes atrasos e alterações nas escalas dos navios. (Por Roberto Samora)

 
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