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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 25.06.2013 12:53h
Celi Mendes Rios

A vida em rede e as comunidades virtuais

 
No mundo globalizado, os processos sociais, políticos, econômicos e culturais estão tão interligados que a noção de territorialidade e regionalidade se “somam num só processo em tempo real, no planeta inteiro”1,  o que é uma característica básica da atual sociedade pós-moderna: a sociedade em rede.
As cidades pós-modernas estão envolvidas num processo tão complexo de redes interativas de comunicação, que surgem novas formas de  exclusão e inclusão do homem na sociedade, segundo M. Castells: os “ativos na rede”, “passivos na rede” e os “desconectados” .
 
É de extrema importância a forma como o homem enfrenta este novo desafio, porque historicamente a evolução das sociedades sempre esteve intrinsecamente ligada a como reagimos a algo novo e a forma de adaptação a essa nova realidade definirá o nosso futuro.
 
No texto: A emergência das comunidades virtuais, o autor discute o papel revolucionário da internet no processo de comunicação humana, suas muitas facetas, possibilidades e consequências.
Quando falamos em comunidade, nos referimos a um determinado grupo, que ocupa um lugar no espaço e interage fisicamente no mesmo, mas quando usamos o mesmo termo “comunidade” para denominar um ciberespaço este conceito se amplia e adquire novas características, como a idéia de que o espaço passa a ser virtual. 
 
Alguns teóricos chegam a questionar se realmente trata-se de uma comunidade, já que inexiste o contato físico e o espaço real, o que nos leva a novos questionamentos e paradigmas, sobre o que é uma comunidade num mundo onde as relações com a internet são cada vez mais intensas.
 
É pertinente salientar que o ser humano com toda sua versatilidade agrega valores comunitários nos relacionamentos do ciberespaço, tais como: reúnem-se por interesses comuns, desenvolvem novas amizades, relações comerciais, politicas, amorosas e também desentendimentos, agressões e preconceitos, todas as características que se observa numa comunidade convencional, mas, também acrescenta novas formas de interação como o uso de “nick “ um apelido, a possibilidade reintegrar-se a mesma comunidade, mesmo tendo sido discriminado ou agredido, ou tendo sido o agressor, usando artifícios próprios da internet, como a mudança do nick, que lhe permite uma “nova identidade” .
 
 
1.Holgonsi Soares Gonçalves Siqueira
 
O fato das comunidades virtuais não ocuparem um espaço real, físico, não as desqualifica como comunidade, seus participantes tem a noção clara que fazem parte de um grupo, Alex Primo defende inclusive que  “... pode-se inferir que essa percepção é, muitas vezes, maior nesses grupos que em situações de comunidades baseadas geograficamente, como um bairro ou condomínio.”
 
Outra característica interessante das comunidades virtuais é o fato de que os grupos que se reúnem numa comunidade por interesse comum, seja ele, moda, economia, politica, futebol, sexo, música, entre outros, estarão conectadas a pessoas de diferentes classes sociais, etnias, países, religiões, sexos, enfim, promovendo uma “igualdade” própria do ambiente virtual.
 
O ambiente das comunidades virtuais e suas variadas possibilidades de interação e comunicação transformam os usuários em pessoas com estilo próprio e sedutor para que sejam aceitos pela comunidade virtual, o fato de a comunicação se dar de forma não física, encoraja os tímidos a se exporem mais, porém, pode criar uma falsa realidade, ou uma falsa personalidade, para aqueles que temem o enfrentamento de desafios no cotidiano.
 
Assim como toda e qualquer comunidade, as virtuais também tem grupos que se marginalizam ou são marginalizados, com desvios de conduta, que se aproveitam do anonimato para a  prática de crimes, tais como: pedofilia, roubos eletrônicos, prática de pirataria ou invasão de computadores alheios feitos por  hackers ou phreaks, todos com intenções ilícitas.
 
É inegável que a internet vem mudando as relações humanas, seja acrescentando novas formas de comunicação, seja obrigando a sociedade a debater questões consideradas tabus, o fato é que a globalização, o ciberespaço e a interação dos valores multiculturais, aliados ao avanço indefectível da internet vão moldando uma nova sociedade que tem que aprender a lidar com novos desafios.
 
Texto elaborado pela professoa Celi Mendes Rios
 
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