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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 02.10.2013 15:35h
Ponto de Vista

Idoso - 10 anos do seu Estatuto

 
Hosannah Leite

Hosannah Leite

Hosannah Leite *

Promulgada em 1º de outubro de 2003, a lei nº 10.741 estabeleceu a criação do Estatuto do Idoso, resgatando o contido na Constituição Federal de 1988. Apesar de muitos avanços alcançados, muitos deles não passaram de formalizações legais sem que os poderes públicos buscassem e exijissem as suas aplicabilidades. Vejamos:

1. A legislação faculta aos idosos prioridades nos atendimentos nos diversos estabelecimentos comerciais, bancários, etc. O que se vê é o desrespeito rotineiro a esse direito. Filas são “criadas” com o intuito de reservar “atendimento especial” a diversos segmentos da sociedade, inclusive maiores de 60 anos. É comum que o número de pessoas nestas filas sejam maiores que as filas normais de atendimento, punindo o idoso e outras pessoas especiais, ao invés de favorecê-los, conforme estabelece o espírito da Lei. Além desta ocorrência é comum o fato da transgressão pelas empresas ao não observarem esse direito, levando os idosos a exigirem seus direitos, quando assim resolvem se manifestar, criando um constrangimento entre cidadãos. É necessário que a fiscalização dos órgãos públicos, de fato, façam valer o direito dos idosos, inclusive nos seus próprios recintos onde também deixam de ser respeitados.

2. Qual dos brasileiros desconhece que as vagas reservadas a idosos e portadores de necessidades especiais são comumente desrespeitadas? Basta um fiscal, com atribuições punitivas, acompanharem infrações que ocorrem nos estacionamentos para emitirem “multas às dezenas” pelas quantidades de desrespeitos. Além do mais, em estabelecimentos comerciais tipo supermercados e shoppings, o desrespeito é a regra geral. Onde se encontram os órgãos públicos competentes para “fazer valer” a Lei?

3. E os passeios públicos? Totalmente irregulares com alturas à conveniência dos moradores que não se responsabilizam pela manutenção. E o que é mais agravante: muitas das calçadas são utilizadas para estacionamentos “privados” rebaixados com essa finalidade pelos proprietários das lojas, além do uso indevido por comerciantes que já se estabeleceram em definitivo, ou por bancas das lojas. Deficientes visuais, cadeirantes, idosos são desrespeitados nos mínimos direitos de se locomoverem e são jogados para as vias públicas a disputar espaços de locomoção com os veículos motorizados.

4. Os planos de saúde são cobrados de forma absurdamente altos quando os cidadãos que construíram esta nação, e criaram os lucros dos capitalistas, chegam à fase idosa. Torna-se proibitiva a continuidade do pagamento e as barreiras para o uso desses planos estão cheias de “senões” que se agravam com o surgimento de doenças próprias da idade e que são acrescidas das despesas com medicamentos que consomem cada vez mais as parcas aposentadorias que recebem e que mal dá para a sobrevivência. Hoje em dia ser portador de um plano de saúde deixou de ser um privilégio e o usuário precisa de paciência para atendimentos programados para meses posteriores. Os idosos não podem ficar nesta espera pelas suas condições naturais de saúde.

5. Além de muitas outras situações restritivas aos idosos, como o desrespeito ao uso de transporte público, somam-se as atitudes de muitas famílias que encaram os seus idosos como estorvos, provocando situações de penúrias difíceis de serem imaginadas em pleno século XXI. Animais, por vezes, são melhores tratados que muitos idosos, especialmente quando fazem parte das camadas pobres e miseráveis da população.

Contudo temos que reconhecer avanços nos tempos presentes resultado das lutas associativistas e de toda a sociedade. Várias foram as conquistas legais alcançadas, mas que necessitam efetivamente da sua implementação. É preciso que o respeito por aqueles que construíram a grandiosidade de nossa nação não só sejam reconhecidos, mas que sejam efetivamente implantados.

O dia 1º de outubro é o DIA DO IDOSO. A todos eles as nossas respeitosas reverências!

*HOSANNAH LEITE, economista, professor universitário, homem público e idoso.
 
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