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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 01.05.2014 12:20h
1º de Maio

Dia de Lutas e Conquistas dos Trabalhadores

 
Em 1886, no dia 01 de maio, os trabalhadores dos Estados Unidos desencadearam movimentos exigindo, do governo, a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e não mais a jornada escorchante de 13 horas como ocorria. Abraçaram uma greve geral, que paralisou o país, na justa luta reivindicatória do proletariado local que buscava uma forma mais digna e minimizadora da exploração do capital sobre o trabalho.
Os desdobramentos nos dias imediatos provocaram mortes e ferimentos em dezenas de trabalhadores sem, contudo, o governo estadunidense atender ao pleito da classe operária. Em 1891, na França, nesta mesma data, uma forte repressão ocorreu e dezenas de operários manifestantes, mais uma vez, são mortos e/ou feridos. 
Nos estertores do século XIX adota-se, através da Internacional Socialista (1889), o 01 de Maio como dia de comemoração das lutas dos trabalhadores e que, nesta data, mundialmente seriam desencadeadas manifestação em homenagem aos mortos que, nos seus sacrifícios, com sangue e vida, não desistiam de conquistar a jornada de 8 horas. Até os dias presentes, nos Estados Unidos não é reconhecida esta conquista e utilizam o artifício de comemorar em setembro como dia do trabalho. Dia do Trabalho, note-se, como forma de esconder as origens e lutas dos trabalhadores que forjaram o 01 de maio! 
Somente nas primeiras décadas do século XX, países como a França (1919) e seguido pela Rússia soviética (1920), adotam 8 horas de jornada diária e instituem feriado nacional no 01 de maio, como reconhecimento das lutas dos trabalhadores, o que passou a ser seguido por muitos outros países. 
No Brasil, em 1925, Arthur Bernardes reconhece o dia como feriado em homenagem aos trabalhadores, apesar da insipiente classe operária brasileira, que dava os seus passos mais arrojados após a era Vargas, que conduziu para comemorações festivas para encobrir a característica classista da data e identificá-la com o trabalhismo.
Em Portugal (1974), esta data em homenagem aos trabalhadores só veio a ser instituída após a derrota da ditadura em 25 de abril, com a conhecida Revolução dos Cravos. 
Os posicionamentos capitalistas em distorcer esta data como comemorativa das lutas dos trabalhadores se refletiu em muitas partes no mundo como uma forma do não reconhecimento da força do trabalhador como fonte de criação de riquezas que favorece a acumulação desenfreada dos lucros através da extorsão e exploração do trabalho da classe proletária.
Aqui em nosso país, aos moldes americanos, busca-se encobrir a data magna dos trabalhadores no mundo, alcunhando-a como Dia do Trabalho, o que é repetido largamente pela mídia local, cujo fato teve o seu início no idos do golpe militar de 01 de abril de 1964 e cuja postura é repetida pelos saudosistas de plantão e pelos atuais arautos da grande burguesia através da mídia comprometida com os seus interesses. Afinal são estes grandes grupos monopolistas, nacionais e internacionais, que sustentam a grande mídia brasileira e que distorcem a realidade, difundindo inverdades e enaltecendo os seus financiadores, a cujos compromissos estão atrelados e subalternos.
É, sobretudo, importante para os trabalhadores que rejeitem a alcunha de “Dia do Trabalho” ao seu magno dia, cujo alargamento do conceito desmerece aos trabalhadores e encobre o real significado do primeiro de maio. Aceitar isto é negar os fatos históricos do proletariado em todo o mundo
1º de MAIO é o DIA INTERNACIONAL DO RECONHECIMENTO DAS LUTAS DOS TRABALHADORES EM TODO O MUNDO, da história e do sacrifício dos antepassados, queira ou não os segmentos comprometidos com o mundo explorador e selvagem do capitalismo.
VIVA OS TRABALHADORES! 
GLORIA E HONRA AOS QUE TOMBARAM NAS LUTAS EM DEFESA DOS INTERESSES DOS TRABALHADORES BRASILEIROS E INTERNACIONAIS! A eles as homenagens dos atuais trabalhadores do nosso país.
 
HOSANNAH LEITE, professor universitário, homem público, membro da Comissão da Verdade e lutador político pela Democracia e pela Liberdade.
 
 
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