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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 19.11.2014 17:20h
(*) Osvaldo Ventura

Democracia e Corrupção

 
Escritor Osvaldo Ventura

Escritor Osvaldo Ventura

 Na Coréia do Norte, para citar atualmente o regime mais “fechado” no mundo, a corrupção é tratada com punições rigorosas, dentre as quais se destaca a pena de morte tanto para corrupto quanto para corruptor. Nem por isso, a reprovável e irrefreável conduta humana deixou de existir naquele país asiático. Inferindo-se, assim, que a questão não se esgota no simplismo da forma de governo, nem tampouco na apologia insensata de aplicação de castigos desumanos aos condena-dos.

Certamente, até hoje a repressão em nada diminuiu a ação dos corruptos e seus análogos corrup-tores. Ambos continuam encontradiços quer “deitado eternamente em berço esplêndido”, quer agasalhados nas gélidas terras milenares dos países nórdicos. A grande diferença é que nas plagas da Escandinávia, além da transparência na aplicação das verbas públicas, existem mecanismos de controle e fiscalização em poder da sociedade civil organizada, capazes de inibir a prática delituosa ou mesmo abortá-la no seu nascedouro.

Destarte, conclui-se que o nível de corrupção num regime democrático de direito é inversamente proporcional à imposição do princípio da transparência na aplicação de recursos públicos, bem como na existência de instrumentos de controle e fiscalização nas mãos do povo.

Para que o Brasil venha percorrer os mesmos caminhos dos países nos quais o combate à cor-rupção não se restringe à simples repressão, faz-se necessário lançar mão do único remédio capaz de curar doença tão renitente e insidiosa: mais democracia. Nesse caso, significa que nosso país não pode prescindir dos instrumentos democráticos que determinem a transparência na aplicação de verbas públicas, combinado com rígidos mecanismos de controle e fiscalização desses recursos, por parte da sociedade civil organizada.

Pelo visto, não basta a existência formal de um regime democrático de direito; é preciso o exer-cício da essência desse regime: incluir o povo, direta ou indiretamente, no processo decisório da governança.

Lastimavelmente, caso a corrupção esteja no DNA da raça humana, dificilmente desaparecerá da face da Terra. Diante disso, resta-nos, tão somente, conviver com ela, aplicando-lhe o mesmo princípio observado atualmente quanto ao usuário de drogas: a “redução de danos”.
 

(*) Osvaldo Ventura, escritor e Membro da Academia Feirense de Letras.

  

 
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