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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 29.06.2015 07:05h
(*) Osvaldo Ventura

INTOLERÂNCIA

 

Um observador menos arguto poderia pensar que a roda da História está se movendo em sentido contrário, pois, o conservadorismo que se abateu atualmente sobre a civilização mundial é responsável por essa falsa concepção. Entretanto, basta uma visão histórica da evolução da humanidade para se descartar qualquer retrocesso permanente no caminho trilhado pelo ser humano. Para desespero daqueles que desejam deter os avanços sociais e pretendem reinventar a roda.

De acordo com um conceito popular, muito em voga nos transportes coletivos urbanos, o mundo está vivendo agora os efeitos de um “freio de arrumação”. Ou ainda, invertendo-se uma discutível declaração de Lênin, o mundo deu “um passo atrás, para poder dar dois passos à frente”.

Como não podia ser de outra maneira, o Brasil passa também por esse surto de conservadorismo. De repente, a intolerância, matéria prima do obscurantismo, se fez presente na seara da política, da religião, das etnias e da identidade de gêneros, desfazendo de uma vez por todas o mito do “brasileiro cordial”. É a régua da intolerância medindo os diferentes e disseminando ódios, discriminações e preconceitos raivosos.

Em nenhum país do mundo a intolerância foi boa conselheira. Ela é a mãe de todas as guerras fratricidas que já existiram e continuam existindo, para infelicidade de nações e povos diversos.

País de dimensões continentais, de composição étnica complexa, nem por isso a formação geopolítica do Brasil ocorreu como resultados de grandes conflitos entre patrícios. Hoje, contudo, a sociedade brasileira convive com a mais ignominiosa divisão interna, desde que se instituiu como nação.

As consequências da intolerância serão imprevisíveis para o país e para os indivíduos, independentemente de classes sociais. Uma nação dividida, portanto enfraquecida, é a antessala das aves de rapina de interesses estrangeiros.

Esse espetáculo de intolerância foi montado na década de trinta do século passado na Alemanha, e os olhos do mundo presenciaram a mais torpe, mais infame e nefasta tentativa de extermínio de um povo.

Como as engrenagens da roda do processo civilizatório também não andam em sentido contrário ao seu “desiderato dialético”, vale adaptar para a História a célebre frase de Galileu Galilei, quando o fogo já lhe lambia as vestes: E pur si muove.

(*) Advogado, escritor
Membro da Academia Feirense de Letras

 
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