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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 09.07.2015 06:28h
(*) Osvaldo Ventura

MIGRAÇÃO

 
Escritor Osvaldo Ventura

Escritor Osvaldo Ventura

O mundo assiste atônito à desenfreada onda de migração nunca vista nos tempos modernos. Estima-se que já ultrapassa oitenta milhões o número de pessoas que deixaram suas nações de origem em busca de subsistência em terras estrangeiras. Os povos dos continentes asiático e africano são os que mais padecem com essa diáspora. E a Europa, pela proximidade, é o destino maior dos emigrantes. Literalmente “cansado de guerras” e envolto numa crise interminável que asfixia seus nacionais, o Velho Continente ainda não encontrou uma solução para o angustiante problema. Apelos são feitos à União Europeia e à Organização das Nações Unidas (ONU) com objetivo de estimular o debate entre países membros, para que juntos possam encontrar uma saída envolvendo as partes interessadas. Em vão, pois esses organismos multilaterais, que supostamente deveriam administrar problemas que afetam multidões em qualquer lugar do Planeta, são dominados pelos interesses dos mais ricos, daqueles que detêm maior poder político e somente olham para o próprio umbigo. Movimentam-se, apenas, no sentido de resolverem suas questões internas. No Reino Unido, por exemplo, onde outrora o Sol jamais se punha, o imigrante ilegal flagrado em qualquer emprego será extraditado e as despesas com esse procedimento serão custeadas com as verbas empregatícias dele próprio.

São várias as causas que obrigam migrantes à procura de dias melhores em terras estrangeiras. Contudo, excluindo-se os motivos meramente religiosos, todos os demais têm como pano de fundo o presente estágio do regime capitalista, ou seja, o capitalismo rentista e sua insana concentração de renda disseminando pobreza e miséria, mundo afora. Destarte, os chamados países desenvolvidos e suas políticas de acumulação de riquezas são os maiores responsáveis pelo fluxo de imigrantes que vem causando perplexidade e indignação às populações dos países “invadidos”.

É profundamente lamentável o espetáculo dantesco de milhares de emigrantes aventurando-se Mar Mediterrâneo adentro em navios piratas, embarcações de precárias estruturas e até balsas, todos sem os mínimos requisitos de segurança, expondo seus viajantes, inescapavelmente, à condição de futuros náufragos.

Do ponto de vista histórico, os governantes europeus devem estar experimentando nesse instante um constrangedor sentimento de culpa, vez que, o colonialismo predador praticado por vários países daquele continente até os anos cinquenta do século XX, tem, também, sua parcela de responsabilidade sobre a atual situação. Agora, os oprimidos cobram a fatura. No dizer da canção popular, “É a volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar”.

(*) Advogado, escritor
Membro da Academia Feirense de Letras



    

 
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Comentários:

 
Milton Luiz de Souza Cerqueira escreveu:
É uma situação extremamente grave, dolorosa que nenhum organismo consegue a curto prazo resolver. Os defensores dos refugiados reclamam das imposições impostas por alguns países para que adentre em suas fronteiras. Imaginemos um país, uma cidade de uma hora pra outra receber 20, 50, 100 mil pessoas de diferente cultura, língua, questão profissional, de saúde não deixa de ser uma situação dificílima,além da possibilidade de terroristas serem infiltrados entre os refugiados.
 
 

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