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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 10.09.2015 09:06h
Celso Pereira

No Estado Justiça é virtude?...

 
Celso Pereira é advogado

Celso Pereira é advogado

Ao nosso entender instituições são entes, ou organizações como querem os juristas, de valor para a sociedade, para os homens, e que mantêm, que sustentam, que promovem, conservam e defendem valores, normas, leis de todas as naturezas: culturais, materiais, integridades, garantias e outros e outros.

Há instituições de Estado que são como que tijolos na construção do arcabouço da sociedade. São instituições públicas que a sociedade preserva e estas preservam a sociedade na ordem e no disciplinamento da vida em comum.

Assim, a exemplo é o Poder Judiciário. Além de Poder da República, é uma instituição valorosa na manutenção da ordem e do clima de harmonia entre os cidadãos e seus direitos.

Pois bem, quando essas instituições não cumprem seu papel, abre-se um vácuo na sociedade e naturalmente é dado como ausente o Estado nesse ou naquele setor ou área.

Quando as instituições de Poder não cumprem seu papel, é presença pior que ausência. Ocupa espaço, não raro monopolista, e cria no cidadão o sentimento de dispensá-lo, de que melhor será substituí-lo ou ainda pior de que pode ignorá-lo.

Nós estamos a assistir neste inicio de século em nosso país um verdadeiro desmonte das instituições do Estado. Nem quero me ater a Governo. Não agora. Porque o que mais me intriga no momento é pelo que está passando o Judiciário baiano.

Para começar pelo menos importante, a questão de instalações físicas do Judiciário na maior Comarca do interior do Estado, que abriga quase um milhão de jurisdicionado passa por obras executadas de modo tão desastroso que levaram a interdição do prédio pela Delegacia Regional do Trabalho.

A DRT constatou que o prédio Filinto Bastos, está insalubre e ainda passa por reforma com trabalhadores sem os equipamentos e a segurança indispensáveis a sua saúde.

Pobre Desembargador Filinto Cerqueira Bastos. Honradez e orgulho desta Feira de Santana desassistida e desrespeitada. Ele que foi um digno distribuidor de Justiça dando força, vida e solidez a Instituição da qual fazia parte.

O pior?

Não temos atendimento pelo judiciário local salvo em exceções (ainda assim de modo precário).

Os servidores da Justiça fazem grave e “fecham” a Justiça. É possível?

Não só, é verdade.

Não se publicam atos do judiciário desta Comarca, porque não os há.

E então, o cidadão espera, espera e se desespera. Não recebe as resposta sobre o seu direito conflitado. Não tem decisão sobre o que pediu a Justiça. O cidadão não recebe os serviços que o Estado diz que só ele presta.

E então? Então, vem o medo de que o homem conclua que não precisa desta instituição pacificadora. O homem passe a não sentir faltados serviços dessa instituição desacreditada ou ausente, omissa ou pior com um serviço precário, moroso, tardio, indiferente aos clamores de quem a ela recorre.

Quando Gregório de Matos escreveu “Triste Bahia, oh quão dessemelhante” quis dizer entre os baianos e hoje nossa dessemelhança também alcança a comparação com outras unidades da Federação.

Com um dos piores Judiciários do País de 27 Estados, a Bahia faz lembrar outro poeta que cantou : o Haiti é aqui.

E que Deus se apiede de nós.

 
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