Bahia na Política por Jair Onofre
 
 

 
 
 

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Entrevista: Vereador Reinaldo Miranda

“As Câmaras precisam estar mais perto da comunidade”

Vereador de terceiro mandato em Feira de Santana, Reinaldo Miranda (PHS), conhecido também como Ronny, é presidente pela segunda vez da Câmara Municipal de Feira de Santana, com mandato até 2018. Em uma manhã de sexta-feira (10), a base de um café expresso, nos concedeu essa entrevista, onde fala da Câmara Municipal, de sua relação com os colegas e com o prefeito José Ronaldo, e seu projeto para 2018 de ser candidato a deputado federal. Ronny, nasceu em Salvador, é católico, está com 41 anos, e tem a fé como superstição. O seu sonho é ver o crescimento de Feira de Santana como tem visto junto com seus filhos. Ronny afirma que não possui um adversário sequer e que seu melhor amigo é o seu pai.

Jair Onofre - Vereador Ronny, qual a sua votação em cada uma das três eleições? Ronny - Olha, no primeiro mandato foram 3.879, no segundo 7.297, e no terceiro 8.213 votos. Jair Onofre: Começou o período legislativo. Como o senhor vai lidar com mais da metade de vereadores novos, quando nada de uma legislatura para outra. Como será a sua relação com os seus colegas?

Ronny: Primeiro, nós temos uma relação muito boa com todos os colegas vereadores que Deus permitiu a nossa eleição com a deles. Os novos vereadores são pessoas que já têm uma convivência, uma certa experiência na vida pública, não tendo o mandato adquirido agora, mas que já vivenciam a vida pública há muitos anos, seguindo políticos e lideranças políticas, e evidentemente, a gente terá uma grande facilidade por já ter um grau de amizade e de relacionamento com essas pessoas.

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Enviado por Jair Onofre - 19.04.2017 17:24h
Senado federal

Kátia Abreu nega ter recebido dinheiro da Odebrecht

 

A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO - foto) afirmou que nem ela nem seu marido, Moisés Gomes, receberam qualquer quantia da Odebrecht, diferentemente do que consta em vídeo da delação premiada de executivos da empreiteira, no âmbito da Operação Lava Jato, tornado público recentemente.

Kátia Abreu explicou que, em períodos eleitorais anteriores, sempre apresentava às possíveis empresas doadoras de sua campanha, especialmente as do agronegócio, projetos que pretendia defender no Congresso Nacional. E, se fosse eleita, ela garantiu que prestava contas do seu mandato. A senadora disse que isso estava previsto na lei eleitoral.

A senadora aproveitou para criticar a falta de informações necessárias para exercer sua plena defesa.

- Estou, formalmente, enviando ao ministro Fachin, do STF, dois pedidos: o primeiro pedido, que eu e meu esposo sejamos ouvidos dentro da maior brevidade possível. Segundo, com base no direito, que no Brasil ainda é assegurado aos inocentes, que o inquérito tenha uma rápida tramitação e uma urgente solução. Isso porque a minha honra e do meu esposo, que é um homem honesto, honrado e trabalhador, de meus eleitores e admiradores e de minha família tem pressa e não pode esperar a vontade o tempo do meu acusador - disse a senadora. (Agência Senado)

 
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