Bahia na Política por Jair Onofre
 
 

 
 
 

Qual o maior problema hoje na Bahia?






Parcial
 
 

Entrevista: Deputado Estadual Ângelo Almeida

“O projeto de 2018 é ganhar e nos reeleger bem”

Vereador, candidato a deputado estadual em 2014 pelo PT, candidato a prefeito de Feira de Santana em 2016, Ângelo Almeida, agora no PSB, assume o mandato de deputado estadual. Em um bate papo no seu gabinete, na Assembleia Legislativa da Bahia, entre um café e outro, ele fala das etapas que teve que passar na vida política eleitoral, do seu projeto de futuro e do PSB, legenda à qual está muito identificado e à vontade com a militância.

Jair Onofre: Qual a lição que ficou em relação à eleição de prefeito que o senhor participou em 2016 em Feira de Santana?

Ângelo Almeida: Olha, uma lição de que a gente tem na política e que nós aprendemos lá dentro do PT, e eu aprendi muita coisa com o PT, e certo feita ouvi do nosso mestre, amigo e companheiro padre Albertino que a política é arte do possível. Nós tentamos fazer uma movimentação inicial e essa movimentação, de cunho político, tinha o objetivo de fortalecer o partido dentro da maior cidade do interior da Bahia. Num determinado momento nós verificamos que não era viável e tentamos até recuar, mas também ficou impossível recuar diante do formato que a questão tinha tomado dentro da direção estadual do partido. Fui convencido pelos companheiros, pelos nossos dirigentes, de que deveria fazer a candidatura e fizemos. Óbvio que a conjuntura da política de 2016 em Feira que eu entendia e em pouco tempo se consolidou depois era de uma eleição cristalizada, ela iniciou cristalizada e terminou do mesmo jeito que começou. Então o aprendizado que fica é de que nós poderíamos ter endurecido no diálogo com a direção estadual, até porque ficou de chegar as contribuições para a campanha e de fato não chegaram. E ao mesmo tempo fica o outro lado da lição, que é a gente ter conhecido com mais profundidade os problemas da cidade e isso para mim é o grande legado que a gente tem, conhecer mais e melhor.

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Enviado por Jair Onofre - 18.05.2017 06:53h
Jornal o Globo

Dono da JBS gravou Temer dando aval para pagar silêncio de Cunha

 

Em acordo de delação premiada firmada com a Procuradoria-Geral da República, o dono da JBS Joesley Batista gravou um áudio em que o presidente Michel Temer aparece dando aval para o pagamento de uma mesada ao ex-deputado Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro, segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo na tarde desta quarta-feira.

Segundo a reportagem, Temer teria indicado na frente de Joesley o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para solucionar um assunto da J&F (holding que controla a JBS), cujo conteúdo não foi revelado. Depois, Rocha Loures teria sido filmado recebendo uma mala com 500.000 reais enviada por Joesley.

Ainda de acordo com o jornal, o empresário teria afirmado a Temer que estava pagando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada para eles ficarem calados. Os dois estão presos — Cunha na Operação Lava Jato; e Funaro na Operação Sépsis. Diante desta afirmação, Temer teria dito: “Tem que manter isso, viu?”.


 

 
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