Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 31.05.2017 15:09h
Só o básico

Estado da Bahia investe na saúde apenas o obrigatório por lei

 

Saúde pública não é uma prioridade do governo do estado da Bahia. Dados do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS) revelam que os investimentos na saúde por parte do estado estão na contramão da necessidade do segmento. Enquanto a população baiana sofre com estruturas precárias, falta de leitos e carência de insumos, o governo estadual vem adotando a postura de reduzir cada vez mais o aporte de recursos no setor. (foto ilustração).

De acordo com a Lei Complementar nº 141/2012, os estados devem investir no mínimo 12% de suas receitas na saúde, enquanto os municípios devem aplicar 15%. Na Bahia, segundo os dados do SIOPS, os recursos do governo estadual estão cada vez mais próximos do mínimo legal, com 12,94% em 2014, 12,45% em 2015 e 12,26% no ano passado. Esse resultado coloca a Bahia na 21ª posição no ranking dos estados que menos investiram em saúde em 2016

O coordenador do Centro de Apoio Operacional da Saúde Pública (Cesau), promotor Justiça Rogério Queiroz, esclarece que esses 12% estabelecidos na Lei Complementar nº 141 são o piso, ou seja, é o mínimo que deve ser gasto. “O problema é que, no Brasil, os gestores estão transformando o piso em teto. (Informações SIOPS

 
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