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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 07.06.2017 06:28h
Estamos na Semanada do Meio Ambiente, primeira sem

FEIRA DE SANTANA: Considerações sobre Planejamento e Conhecimento Ambiental em seu território

 

Para qualquer pessoa envolvida em planejamento, a primeira premissa para o sucesso é ter um bom diagnóstico daquilo que é o objeto do seu planejamento. Quanto maior o número de variáveis diagnosticadas maior poderá ser o acerto do rumo.
                Pois bem, em Feira de Santana o planejamento é feito às escuras, por falta de diagnóstico ambiental e sócio econômico, salvando-se aqui as informações do IBGE e aquelas geradas por programas federais.
                Quero me ater nesta matéria à falta de conhecimentos sobre o quadro geoambiental em nosso Município, em homenagem a semana do meio ambiente e em função das consequências negativas para aplicação de políticas, projetos e programas que a sua ausência acarreta.
                Na sua última passagem pela Prefeitura de Feira, o Prefeito João Durval Carneiro procurou a Universidade Estadual de Feira de Santana, UEFS, para fazer o primeiro diagnóstico geoambiental e socioeconômico do Município, considerando que não dispomos sequer de uma carta topografia em escala 1:100000, como tem a maioria dos municípios no País, desde a década de 70 ( projeto Radam Brasil).
                O projeto teve um bom planejamento inicial, para a realização do diagnóstico, onde uma equipe de dez professores assumiu esta tarefa, eu inclusive fui um deles. O projeto foi interrompido quando João Durval saiu da prefeitura para candidatar-se ao Governo do Estado. Nada mais andou neste sentido até o momento.
                É incrível acreditar, mas não há um diagnóstico substanciado sobre clima, relevo, solo, recursos hídricos, vegetação, bacias hidrográficas, lençol freático, ângulos de falha do relevo e fraturas no relevo, etc...
                Sem estes estudos, as consequências são avassaladoras. Vou citar alguns exemplos:
1º - Sem um mapeamento dos canais de escoamento das águas pluviais e dos seus volumes (estudos das microbacias), os condomínios estão murando áreas e interrompendo ou desviando os escoamentos das águas das chuvas, prejudicando o meio ambiente e gerando impacto de vizinhança (alagando áreas vizinhas);
2º - Não há um mapeamento dos solos, nas áreas sedimentar e cristalina (pediplano sertanejo) identificando os tipos, para orientar políticas de preservação, evitar erosão e dar suporte à produção rural com maior conhecimento e produtividade;
3º - Desinformação total sobre o lençol freático, profundidade, volume, qualidade da água, etc.. em toda a área sedimentar do Município, urbana e rural, para otimizar o aproveitamento, tanto para a agricultura familiar quanto para outras atividades produtivas;
4º - Mais difícil ainda é procurar água subterrânea no terreno cristalino de Bonfim de Feira, Jaguara, Ipuaçu, Tiquaruçu e Jaíba, pois não temos estudos geológicos para identificar os ângulos de falha e as fraturas na estrutura rochosa, onde a água poderá está acumulada. Isto dificulta a abertura de poços, tornando-os mais caros, fugindo do alcance dos agricultores;
                Temos muito mais, que poderemos abordar em outra matéria, para dar a nossa modesta contribuição à modernização de Feira de Santana, equilibrando desenvolvimento com conservação ambiental;
Feira de Santana, 06 de junho de 2017.

Marialvo Barreto é Geógrafo e Professor Adjunto aposentado da UEFS

 
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