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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 25.08.2017 09:12h
Marialvo Barreto

O Município Planeja a Expansão Urbana. O Capital é Chamado para Investir

 

 Esta é a lógica acertada do planejamento urbano, mas que não acontece em Feira de Santana. Aqui o setor imobiliário planeja seus loteamentos e condomínios, adensa populações em determinados bairros, complica o trânsito, e, depois transfere os problemas subsequentes para o setor público, por falta deste planejamento e de atitudes de governo.


                VELHAS ESTRADAS DE ROÇAS ESTÃO SENDO CHAMADAS DE AVENIDAS, falsificando o sentido original para esta nomenclatura – teriam que ter pelo menos largura.

                Feira continua com as mesmas e poucas avenidas largas planejadas nos anos 50 do século XX, por Dr. Brito, hoje em expansão, a exemplo das Avenidas Getúlio Vargas, Maria Quitéria e a Av. Anchieta, rebatizada de João Durval Carneiro e Airton Sena, e, o anel do contorno, Av. Fróes da Mota, uma rótula que teve como objetivo tirar o trânsito das BRs 116 e 324 do centro da cidade, mas que a dinâmica do crescimento urbano da Princesa do Sertão o atravessou com facilidade, com imensos bairros fora deste anel.

E é justamente aí que está o principal problema, a expansão dos bairros fora do anel do contorno, em antigas áreas rurais, com estradas estreitas e antigas, que serviam às tropas e às boiadas, que foram adaptados para os automóveis, sem a necessária ampliação das suas larguras, atendendo a pressão imobiliária e criando um forte embaraço para a qualidade de vida de quem povoa estes bairros e os inúmeros condomínios de até 3.000 unidades residenciais, quanto à mobilidade urbana.
Vou enumerar aqui, na ótica deste geógrafo, os dois casos mais graves, que depõem contra os gestores que permitiram tal descaso:

1º -A antiga estrada do registro, na distrito rural de Jaíba, hoje com toda a área transformada em ZR-4 (zona residencial 4) – estendendo-se até os limites de Coração de Maria e Conceição do Jacuípe. Esta estrada estreita agora foi denominada Avenida Artêmia Pires, dando acesso a enormes condomínios nobres e populares, e sem duplicação da sua largura, onde o acesso tornou-se uma verdadeira agonia nos horários de picos, tanto para os moradores da nova área residencial, quanto para os estudantes da FTC. Tem muro de condomínio a 1,20 metros do asfalto. Virou um caso quase sem jeito. A promessa, para remendar o impossível, é abrir acesso para a Av. Noide Cerqueira (p rolongamento da Av. Getúlio Vargas), para “tapar o sol com a peneira”;

2º - A estrada do Papagaio, velha estrada rural que sofreu o mesmo processo de ocupação descrito acima, mantendo a mesma largura. Se duplicada, seria a única avenida larga que daria acesso à BR 116 N. Mas o dever de casa não foi feito. Autorizaram os loteamentos e os condomínios, todos servidos pela mesma estreita estrada rural, quando poderiam ter exigido como contrapartida das empresas imobiliárias e dos loteadores a sua duplicação. O mesmo valeria para a Artêmia Pires, mas nada foi feito. Ficou muito barato para o setor imobiliário investir aqui, mas isto tem um custo alto, que foi transferido para a municipalidade.

No entanto outros erros não podem ser esquecidos: Observe que da rótula da Cidade Nova no anel do contorno até o bairro de Novo Horizonte, não há uma avenida dando acesso à BR 116 N, em uma área de forte expansão residencial de classe média baixa, onde os rerros vão se repetindo. Destaco ainda o Feira X, antes um conjunto habitacional que foi transformado em bairro, com 40.000 habitantes e sem uma avenida no seu interior, principalmente para dar acesso ao anel do contorno e ao bairro Feira IX.

Esta falta de planejamento, em uma cidade que tem o plano diretor vencido há mais de dez anos, e transformado neste período em uma colcha de retalhos, atendendo interesses nada nobres, trás como consequências inevitáveis a queda da qualidade de vida e a desarrumação do sítio urbano.

Muitas outras situações territoriais precisam ser avaliadas aqui. O objetivo deste texto é despertar em nós feirense o interesse pela nossa cidade.

Marialvo Barreto
Geógrafo e Professor
           

 
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