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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 21.10.2017 07:10h
Ponto de Vista

Fraude:

 

Uma grande fraude está em curso para identificar os índices de desemprego no Brasil, a partir de 11 de novembro, quando entrará em vigor a reforma trabalhista, ou melhor, a destruição da CLT e o retorno da Servidão.

Como esta fraude acontecerá? Com a assinatura do contrato de trabalho intermitente, amarrado em carteira, mas que não assegura trabalho e salário mensal, mas figurará nas estatísticas e nas tabelas dos empregados. Esta é a lógica.

Como funcionará? O contrato será estimulado pelo governo e também é bom para o empresariado manter um exército de reserva amarrado às suas empresas, para ser convocado quando ele bem quiser, mesmo que seja para trabalhar apenas um dia no mês, e receber 1/30 avos de salário e recolhimento de INSS e FGTS, proporcionais. Se o trabalhador for convocado e não comparecer, pagará multa ao patrão, surgindo pela primeira vez a possibilidade do trabalhador não receber salário e ainda ter que pagar ao contratante.
Participei no início deste mês de um evento da Confederação Nacional do Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino, CONTEE, em Brasília, onde importantes advogados e juízes trabalhistas, diretor do DIEESE e representantes de outras importantes entidades, nas suas exposições, concordaram que crescerá exponencialmente os contratos intermitentes, melhorando/maqueando as estatísticas para o governo golpista, mas precarizando ao extremo as relações de trabalho.

A reforma trabalhista fere importantes convenções da OIT, assinadas pelo Brasil, e, nossas entidades vão representar contra esta reforma, que além da precarização, fraudará as estatísticas de quem de fato está com registro em carteira e recebendo salários.

Marialvo Barreto, Geógrafo e Professor
 

 
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