Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

O Brasil deve receber ajuda internacional para o combate a incêndio na região amazônica?



Parcial
 
 

Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 23.07.2012 11:21h
Economia

GLOBALIZAÇÃO X COMUNISMO

 

 

                                                                                                                                                                           Hosannah Leite*

Vivemos tempos onde a questão econômica e suas relações internacionais são colocadas como prioritárias no mundo capitalista, em detrimento dos posicionamentos ideológicos. É o que vemos ao analisar o quadro presente das relações capitalistas em profunda crise econômica e social.

Nunca a China chamou tanta a atenção dos analistas econômicos mundiais como presentemente. Quaisquer que sejam as variações no crescimento econômico daquele país, as manifestações de preocupação e medo afloram no mundo do capital.

Recentemente, com o anúncio de um índice estatístico referente ao crescimento da economia chinesa, em torno de 7,6% no 2º trimestre, deixou preocupado o global mercado capitalista, apesar das autoridades chinesas terem programado uma “desaceleração” no crescimento do PIB para 2012, para ficar em patamares inferiores ao de 2011 que foi de 9,2% e, em 2010, de 10,4%.

Hoje a China comunista é considerada a locomotiva da economia mundial. Escondem, contudo, os ideólogos capitalistas, que a China, com a sua integração no mundo globalizado, sofre as conseqüências da crise geral do capitalismo, e o seu poder de compra e venda fica reduzido pelas mesmas razões dos que produzem no mundo ocidental.

A China tem no comércio mundial uma das molas motoras para, ao lado do dinamismo do seu mercado interno, manter os altos índices de crescimento do país. Ao importar do mercado internacional, basicamente matéria prima, alimenta o fluxo produtivo capitalista gerando emprego, renda e, sobretudo lucro, objetivo primeiro do capital. Em contrapartida, para exportar seus bens manufaturados é necessário consumidores, o que tem sido reduzido com a crise mundial iniciada em 2008. Esta situação de recessão nos mercados internacionais (EEUU, Europa e Japão), tem levado, conseqüentemente, à redução do montante global do fluxo comercial internacional.

Mas, o que permite, que a China continue a crescer nos mais altos índices do mundo? O seu mercado interno é um pilar fundamental, sem desconsiderar o mercado externo. se vão cerca de 3 décadas com um crescimento médio em torno de 10% ao ano, índice que não é acompanhado por nenhuma economia capitalista e que levou a China ao patamar de segunda economia mundial, ameaçando ultrapassar,em curto prazo, os Estados Unidos nesta dinâmica existente.

O que se é um país dirigido por um Partido Comunista, com 1,3 bilhões de habitantes e uma “economia planificada”, mantendo um ritmo de crescimento em elevados índices, enquanto que o mundo do “livre mercado” capitalista encontra-se mergulhado no caos, sacrificando a área produtiva em favor do capital financeiro. Os interesses do capital financeiro suplantam os interesses sociais.

Hoje a Europa e os EEUU desviam recursos públicos, de todo o povo, para salvar bancos e banqueiros, sacrificando a totalidade da população trabalhadora e aposentada, com cortes nos salários e nas políticas sociais dos seus países e financiam e alimentam guerras em outros países.

E a China, com o seu poder vinculado ao comunismo, é a grande esperança do capitalismo! Que ironia e contradição!!! O que diriam Marx e Mao Tse Tung?

*Hosannah Leite é economista, professor universitário e homem público.

 
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