Bahia na Política por Jair Onofre
 

 
 
 

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Entrevista: Empresário Flávio Rocha
“O Estado gasta com privilégios e falta o essencial”

Empresário bem sucedido, dono da rede de lojas Riachuelo, uma das maiores do Brasil, o pré-candidato à presidência da República Flávio Rocha (PRB) esteve em Feira de Santana. Em um encontro conturbado com empresários, já que sua palestra não passou de 15 minutos, falou sobre direita e esquerda e “nós contra eles”. Antes da palestra, em entrevista coletiva à imprensa, disse que o momento é de parceria dos que produzem, geram riquezas e empregos e que pagam a conta desta gigantesca farra estatal. Ele entende que próxima eleição, que é a mais importante da história do Brasil, pelo menos no período pós-democratização, é um conflito avesso a todos esses conflitos artificiais que foram gerados e que uma pequena elite da aristocracia burocrática puxa a carruagem que está em cima. Ou seja, “os conflitos do que produzem e os que parasitam na máquina estatal”.

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Enviado por Jair Onofre - 09.02.2018 17:01h
Interior paulista

Após comemorar ao som de "Que Tiro Foi esse?", prefeito cassado de Bofete volta ao cargo

 

O prefeito de Bofete (SP), Dirceo Antônio Leme de Melo (PTB - foto) reassumiu a prefeitura nesta sexta-feira (9) após ter o mandato cassado na sessão da Câmara da segunda-feira (5).

A Câmara tem agora 10 dias para recorrer da decisão da Justiça que expediu um mandado de segurança a favor de Dirceo, suspendendo em caráter liminar o resultado da sessão.

A decisão da Justiça foi divulgada na quarta-feira (7) e durante uma carreata organizada para comemorar a volta do prefeito ao cargo, Dirceo e alguns aliados dançaram ao som da música “Que tiro foi esse?”, um dos hits do momento da cantora Jojo Todynho.

No dia seguinte, Dirceo chegou a quebrar um cadeado para ter acesso ao gabinete e teve discussão entre ele e o presidente da Câmara, Luís Antônio Ramos (PSDB) - que assumiu o cargo após a cassação.

Ramos assumiu o cargo porque o vice de Dirceo, Elias Antunes da Silva, renunciou no ano passado alegando motivos pessoais. Luís Antônio Ramos alegou, na quinta-feira, que não foi notificado da decisão e por isso não deixaria o cargo.

Já a Câmara informou que o setor jurídico acha a decisão da Justiça muito obscura e que irá se manifestar para defender os interesses do Legislativo. As partes envolvidas têm 10 dias para recorrer da decisão. (O Globo)

 
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